MINSA reafirma empenho na redução do impacto do Vih/Sida

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta
Luanda – A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reafirmou, na quinta-feira, o empenho do Executivo na redução do impacto da pandemia do Vih/Sida no tecido social angolano.

Segundo a ministra, que intervinha na reunião de alto nível das Nações Unidas sobre o Vih/Sida, em representação do Presidente República, João Lourenço, o governo está empenhado na resposta nacional alinhado às principais estratégias descritas na Declaração Política sobre essa pandemia.

Dados disponíveis apontam para uma taxa de prevalência de dois por cento, como resultado da existência de 350 mil pessoas vivendo com a Sida em Angola.

Destes,  segundo a rede Angolana de Organizações de Serviços de Sida (Anaso), apenas 93 mil fazem a terapia anti-retroviral.

Sílvia Lutucuta destacou, entre outras acções, a campanha “Nascer Livre para Brilhar” e a implantação do Plano Operacional, sob a liderança da Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, que têm como objectivo a redução da transmissão vertical do Vih em 46 por cento e permitir que as crianças com a doença recebam tratamento.

Enfatizou que as autoridades angolanas continuam a trabalhar em consonância com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e os demais compromissos e estratégias internacionais nessa matéria.

Nos últimos cinco anos, realçou, o governo expandiu o número de unidades de saúde com serviços de diagnóstico do Vih, tratamento e de prevenção da transmissão de mãe para filho, incluindo mulheres grávidas.

Sem avançar valores, a dirigente disse ter sido alocado um volume maior de recursos financeiros nacionais, tornando o governo responsável por mais de 70 por cento do financiamento da resposta ao Vih.

A reunião de alto nível das Nações Unidas sobre o Vih/Sida decorreu de 8 a 10, na sede da organização, em Nova Iorque, e teve como foco abordagens sobre os recursos e financiamento para uma resposta eficaz contra o Vih/Sida.

A promoção da igualdade de género e o empoderamento de mulheres e meninas, o impacto da pandemia da Covid-19 na resposta ao Vih/Sida, entre outros temas, também foram analisados.

Segundo a ministra, que intervinha na reunião de alto nível das Nações Unidas sobre o Vih/Sida, em representação do Presidente República, João Lourenço, o governo está empenhado na resposta nacional alinhado às principais estratégias descritas na Declaração Política sobre essa pandemia.

Dados disponíveis apontam para uma taxa de prevalência de dois por cento, como resultado da existência de 350 mil pessoas vivendo com a Sida em Angola.

Destes,  segundo a rede Angolana de Organizações de Serviços de Sida (Anaso), apenas 93 mil fazem a terapia anti-retroviral.

Sílvia Lutucuta destacou, entre outras acções, a campanha “Nascer Livre para Brilhar” e a implantação do Plano Operacional, sob a liderança da Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, que têm como objectivo a redução da transmissão vertical do Vih em 46 por cento e permitir que as crianças com a doença recebam tratamento.

Enfatizou que as autoridades angolanas continuam a trabalhar em consonância com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e os demais compromissos e estratégias internacionais nessa matéria.

Nos últimos cinco anos, realçou, o governo expandiu o número de unidades de saúde com serviços de diagnóstico do Vih, tratamento e de prevenção da transmissão de mãe para filho, incluindo mulheres grávidas.

Sem avançar valores, a dirigente disse ter sido alocado um volume maior de recursos financeiros nacionais, tornando o governo responsável por mais de 70 por cento do financiamento da resposta ao Vih.

A reunião de alto nível das Nações Unidas sobre o Vih/Sida decorreu de 8 a 10, na sede da organização, em Nova Iorque, e teve como foco abordagens sobre os recursos e financiamento para uma resposta eficaz contra o Vih/Sida.

A promoção da igualdade de género e o empoderamento de mulheres e meninas, o impacto da pandemia da Covid-19 na resposta ao Vih/Sida, entre outros temas, também foram analisados.