MINSA reforça Centro de Saúde do Chingo com equipamentos e medicamentos

Sumbe - O Ministério da Saúde (MINSA) reforçou, nesta quarta-feira, o Centro de Saúde do Chingo, no Sumbe, Cuanza Sul, com 30 camas e 3.740 toneladas de medicamentos diversos.

Cerca de 60 jogos de lençóis, material de biossegurança, kits de partos, kits de centros e postos médicos e medicamentos anti-maláricos fazem parte do material entregue a unidade sanitária que vai funcionar numa instalação provisória.

O reforço de equipamentos e medicamentos surge para repor os meios danificados no incêndio ocorrido na segunda-feira, provocado por um curto-circuito.

O secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, ressaltou que a intenção é repor os equipamentos, entre os quais  material de esterilização e outros de suporte do centro. 

“ O centro atende em média 200 pacientes por dia e funciona como retaguarda do Hospital Geral do Cuanza Sul. Por esta razão evacuamos os doentes internados para os hospitais de especialidade, como a pediatria e a maternidade”, disse.

Leonardo Inocêncio confirmou que o centro provisoriamente vai funcionar junto ao Mercado da Feira para consultas externas, com excepção da pediatria e da maternidade, cujos utentes serão encaminhados para o Hospital Pediátrico e a Maternidade Provincial. 

Sugeriu a instalação de equipamentos de extinção de incêndio e a revisão geral da instalação eléctrica para se prevenir futuros problemas do género.

A vice-governadora para o sector político, social e económico, Emília Chinawalile Camuhoto, que recepcionou os meios, avançou que dentro de uma semana dar-se-á inicio às consultas no local provisório e as obras no decurso desta semana.

O Centro de Saúde conta com três médicos, 57 enfermeiros e o pessoal administrativo.

Cerca de 60 jogos de lençóis, material de biossegurança, kits de partos, kits de centros e postos médicos e medicamentos anti-maláricos fazem parte do material entregue a unidade sanitária que vai funcionar numa instalação provisória.

O reforço de equipamentos e medicamentos surge para repor os meios danificados no incêndio ocorrido na segunda-feira, provocado por um curto-circuito.

O secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, ressaltou que a intenção é repor os equipamentos, entre os quais  material de esterilização e outros de suporte do centro. 

“ O centro atende em média 200 pacientes por dia e funciona como retaguarda do Hospital Geral do Cuanza Sul. Por esta razão evacuamos os doentes internados para os hospitais de especialidade, como a pediatria e a maternidade”, disse.

Leonardo Inocêncio confirmou que o centro provisoriamente vai funcionar junto ao Mercado da Feira para consultas externas, com excepção da pediatria e da maternidade, cujos utentes serão encaminhados para o Hospital Pediátrico e a Maternidade Provincial. 

Sugeriu a instalação de equipamentos de extinção de incêndio e a revisão geral da instalação eléctrica para se prevenir futuros problemas do género.

A vice-governadora para o sector político, social e económico, Emília Chinawalile Camuhoto, que recepcionou os meios, avançou que dentro de uma semana dar-se-á inicio às consultas no local provisório e as obras no decurso desta semana.

O Centro de Saúde conta com três médicos, 57 enfermeiros e o pessoal administrativo.