MINSA regista aumento de casos de malária no primeiro semestre do ano

  • Sec. de Estado  Leonardo Inocêncio Europeu durante visita a uma unidade hospitalar
Luanda - Quatro milhões 809 mil e 688 casos de malária foram registados no país, no primeiro semestre de 2021, indicou, esta sexta-feira, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 689.553 casos, com o registo de quatro milhões 120 mil e 135 casos.

Segundo o responsável, que falava na cerimónia de lançamento da plataforma de formação digital Kassai, registaram-se sete mil 306 óbitos, contra seis mil 715 no ano anterior.

Franco Mufinda ressaltou que a malária contribui com peso maior para a alta taxa de mortalidade infantil e tem provocado a morte por causas indirectas de várias mulheres, com realce para grávidas.

Na sua opinião, as estratégias combinadas, como é o caso da plataforma digital Kassai, vão trazer resultados que irão repercutir na melhoria da vida dos cidadãos.

Ressaltou que a malária representa cerca de 35 por cento de demanda de cuidados curativos, 20 por cento de internamento hospitalar, 40 por cento das mortes perinatais e 25 por cento de mortalidade materna.

Franco Mufinda fez saber que desde 2017 até à presente data, o sistema nacional de vigilância  epidemiológica vem registando um aumento do número de casos de óbitos de malária em todo o país e alguns casos sob forma de surtos epidémicos no Uíge, Luanda, Malanje, Benguela, Huambo, Huíla e Cuanza Sul.

Conforme o responsável, um dos grandes desafios é melhorar a gestão de casos,  motivo pelo qual julga oportuno o lançamento da primeira plataforma nacional de ensino digital direccionada para profissionais de saúde.

A plataforma, uma iniciativa do Ministério da Saúde (MINSA) em parceria com a USAID, visa melhorar a competência técnica dos profissionais na prevenção e tratamento da malária.

A plataforma já está disponível em seis províncias do país.

Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 689.553 casos, com o registo de quatro milhões 120 mil e 135 casos.

Segundo o responsável, que falava na cerimónia de lançamento da plataforma de formação digital Kassai, registaram-se sete mil 306 óbitos, contra seis mil 715 no ano anterior.

Franco Mufinda ressaltou que a malária contribui com peso maior para a alta taxa de mortalidade infantil e tem provocado a morte por causas indirectas de várias mulheres, com realce para grávidas.

Na sua opinião, as estratégias combinadas, como é o caso da plataforma digital Kassai, vão trazer resultados que irão repercutir na melhoria da vida dos cidadãos.

Ressaltou que a malária representa cerca de 35 por cento de demanda de cuidados curativos, 20 por cento de internamento hospitalar, 40 por cento das mortes perinatais e 25 por cento de mortalidade materna.

Franco Mufinda fez saber que desde 2017 até à presente data, o sistema nacional de vigilância  epidemiológica vem registando um aumento do número de casos de óbitos de malária em todo o país e alguns casos sob forma de surtos epidémicos no Uíge, Luanda, Malanje, Benguela, Huambo, Huíla e Cuanza Sul.

Conforme o responsável, um dos grandes desafios é melhorar a gestão de casos,  motivo pelo qual julga oportuno o lançamento da primeira plataforma nacional de ensino digital direccionada para profissionais de saúde.

A plataforma, uma iniciativa do Ministério da Saúde (MINSA) em parceria com a USAID, visa melhorar a competência técnica dos profissionais na prevenção e tratamento da malária.

A plataforma já está disponível em seis províncias do país.