Mortes por malária aumentam 27 por cento no Moxico

  • Hospital municipal do Moxico
Luena – Cento e nove pessoas morreram vítimas de malária, no primeiro trimestre do corrente ano, na província do Moxico, registando -se um incremento 29 óbitos, correspondente a 27 por cento, em comparação com igual período de 2020.

Nos primeiros três meses do ano, as unidades sanitárias registaram mais de 84 mil casos de malária, representando 38 por cento de todas doenças diagnósticadas, com um aumento de treze mil e 700 ocorrências, em comparação com o primeiro trimestre de 2020.

Em declarações à ANGOP, o supervisor provincial do programa contra a malária, Elias Pereira Alfredo, informou que durante o primeiro trimestre do presente ano cinco mil doentes foram internados por conta desta epidemia.

Nesse sentido, disse, houve uma redução de 37 por cento, comparativamente ao ano transacto.

O município sede da província, com mais de 28 mil casos da patologia, mais cinco mil em relação a 2020, é a região mais afectada, seguido do Luau (19 mil pacientes).

Em termos de mortes provocadas pela epidemia, o município sede foi o mais afectado com 45, mais 15 que o período anterior, seguido dos Bundas com 17 óbitos.

No total, a província do Moxico reportou, em 2020, mais de 212 mil casos de malária, com um nível de incidência de 231 pessoas em cada mil habitantes.

O município do Luacano liderou as incidências da patologia com 559 casos, enquanto o município sede (Moxico) registou a menor incidência com 141 pessoas afectadas em cada mil habitantes.

O responsável apontou a deslocação tardia as unidades sanitárias por parte dos pacientes, bem como o incumprimento das medidas de prevenção, como o uso do mosquiteiro contribuíram no aumento de mortes e casos de malária no presente trimestre.

No âmbito do programa de combate à malária, disse que as unidades e os técnicos de saúde continuam a receber capacitação, com vista a dar respostas satisfatórias na eliminação da epidemia.

Nos primeiros três meses do ano, as unidades sanitárias registaram mais de 84 mil casos de malária, representando 38 por cento de todas doenças diagnósticadas, com um aumento de treze mil e 700 ocorrências, em comparação com o primeiro trimestre de 2020.

Em declarações à ANGOP, o supervisor provincial do programa contra a malária, Elias Pereira Alfredo, informou que durante o primeiro trimestre do presente ano cinco mil doentes foram internados por conta desta epidemia.

Nesse sentido, disse, houve uma redução de 37 por cento, comparativamente ao ano transacto.

O município sede da província, com mais de 28 mil casos da patologia, mais cinco mil em relação a 2020, é a região mais afectada, seguido do Luau (19 mil pacientes).

Em termos de mortes provocadas pela epidemia, o município sede foi o mais afectado com 45, mais 15 que o período anterior, seguido dos Bundas com 17 óbitos.

No total, a província do Moxico reportou, em 2020, mais de 212 mil casos de malária, com um nível de incidência de 231 pessoas em cada mil habitantes.

O município do Luacano liderou as incidências da patologia com 559 casos, enquanto o município sede (Moxico) registou a menor incidência com 141 pessoas afectadas em cada mil habitantes.

O responsável apontou a deslocação tardia as unidades sanitárias por parte dos pacientes, bem como o incumprimento das medidas de prevenção, como o uso do mosquiteiro contribuíram no aumento de mortes e casos de malária no presente trimestre.

No âmbito do programa de combate à malária, disse que as unidades e os técnicos de saúde continuam a receber capacitação, com vista a dar respostas satisfatórias na eliminação da epidemia.