Moxico regista novos casos de lepra

  • Moxico: Supervisor provincial do programa de tratamento de doentes de lepra, Domingos César
Luena – Setenta e cinco novos casos de lepra foram diagnosticados na província do Moxico, em 2020, mais 15 em comparação com o igual período anterior, numa cifra de 245 pacientes atendidos.

Por áreas administrativas, o município do Moxico (sede), lidera a lista com 45 casos, seguidos da Cameia com (13), Camanongue com nove, Bundas (quatro), Luacano e Luau com dois casos cada.

Em declarações à ANGOP, o supervisor do Programa Provincial de Luta contra Lepra, Domingos Baptista César, informou que no período em referência, 76 pessoas ficaram livres da doença e 169 mantêm-se em tratamento.

Referiu que o surgimento de novas infecções se deve a ignorância dos doentes em cumprir os métodos de prevenção ou têm resistência ao tratamento, que pode levar entre seis a 12 meses.

Recordou que a lepra continua a ser uma doença infecciosa crónica e transmissível, que ataca a pele e os nervos.

Moxico prepara-se para celebrar o Dia Mundial de doentes de lepra (29 de Janeiro). Este ano a efeméride realiza-se sob lema “Romper as correntes de lepra e das suas consequências defendendo a vida contra as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNS)”.

No Moxico, para saudar a data, os intervenientes do programa de luta contra lepra, vão intensificar as visitas aos doentes, realizar palestras e distribuir medicamentos aos doentes, entre outras actividades.  

O Dia Mundial dos doentes de Lepra, celebrado a 29 de Janeiro, foi instituído em 1954 pela ONU, a pedido de Raoul Follereau, o apóstolo dos leprosos do século XX, que um dia afirmou que "não há sonhos grandes demais".

Esta efeméride tem o objectivo de sensibilizar as pessoas para a discriminação exercida sobre os doentes com lepra, assim como promover a ajuda dos leprosos e a sua reintegração social.

 

 

Por áreas administrativas, o município do Moxico (sede), lidera a lista com 45 casos, seguidos da Cameia com (13), Camanongue com nove, Bundas (quatro), Luacano e Luau com dois casos cada.

Em declarações à ANGOP, o supervisor do Programa Provincial de Luta contra Lepra, Domingos Baptista César, informou que no período em referência, 76 pessoas ficaram livres da doença e 169 mantêm-se em tratamento.

Referiu que o surgimento de novas infecções se deve a ignorância dos doentes em cumprir os métodos de prevenção ou têm resistência ao tratamento, que pode levar entre seis a 12 meses.

Recordou que a lepra continua a ser uma doença infecciosa crónica e transmissível, que ataca a pele e os nervos.

Moxico prepara-se para celebrar o Dia Mundial de doentes de lepra (29 de Janeiro). Este ano a efeméride realiza-se sob lema “Romper as correntes de lepra e das suas consequências defendendo a vida contra as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNS)”.

No Moxico, para saudar a data, os intervenientes do programa de luta contra lepra, vão intensificar as visitas aos doentes, realizar palestras e distribuir medicamentos aos doentes, entre outras actividades.  

O Dia Mundial dos doentes de Lepra, celebrado a 29 de Janeiro, foi instituído em 1954 pela ONU, a pedido de Raoul Follereau, o apóstolo dos leprosos do século XX, que um dia afirmou que "não há sonhos grandes demais".

Esta efeméride tem o objectivo de sensibilizar as pessoas para a discriminação exercida sobre os doentes com lepra, assim como promover a ajuda dos leprosos e a sua reintegração social.