Obras do Hospital de Ondjiva decorrem a bom ritmo

  • Futuras instalações do Hospital Geral da Ondjiva  província do Cunene
Ondjiva - Os trabalhos de construção do novo Hospital Geral de Ondjiva, capital da província do Cunene, cujas obras tiveram início em Maio do corrente ano, apresentam 24,29 por cento de execução física.

A infra-estrutura, antes com capacidade de 200 camas, foi ampliada para 220 e está a ser erguida numa área de 30 mil metros quadrados, com um orçamento de 52 milhões de euros.

A informação foi avançada pelo director geral da obra, afecto a construtora Makiber, José Manuel Juarez, realçando que foram concluídos os trabalhos de fundação dos módulos, seguindo a colocação dos pilares que vão suportar as estruturas metálicas.

Falando à margem de uma visita de constatação da empreitada pela governadora do Cunene, Gerdina Didalelwa, esclareceu que os constrangimentos anteriores relacionados com a chegada do material de montagem, proveniente de Espanha, estão ultrapassados.

Fez saber que desde Outubro, foram recepcionados 33 por cento do material necessário, estando a caminho mais 20 contentores, de um total 180,  com equipamentos necessários para montagem e apetrecho da unidade sanitária.

José Juarez explicou que a unidade, que será feita de estrutura metálica, estará  composta por um piso térreo, no qual serão distribuídos vários blocos e serviços,  incluindo quatro vivendas para acomodação de médicos.

Acrescentou que o hospital  terá muitas valências para melhor acomodação e atendimento dos doentes, que vão desde seis unidades de internamento, quatro blocos operatórios, uma unidade de hemodiálises com 12 cadeiras e banco de sangue.

Será igualmente composto por serviços de pediatria, obstetrícia, endoscopia, biologia, oftalmologia, estomatologia, urgência,  obstetrícia, pequenas cirurgias, raio x, TAC, entre outras unidades de apoio hospitalar.

O projecto criou 180 empregos até ao momento e prevê aumentar para 300 após as férias da quadra festiva, visando dar maior impulso ao trabalho.

Disse que o projecto tem a sua conclusão prevista para Junho de 2023, mas tudo será feito  para ser entregue três meses antes.

Por seu turno, a governadora Gerdina Didalelwa manifestou-se satisfeita pelo ritmo das obras, realçando que a construção do novo hospital vai garantir a melhoria da assistência à população local.

A materialização deste projecto, realçou, assume-se como uma mais-valia para a população, pois,  além de melhorar a assistência médica e medicamentosa, vai desafogar o actual hospital municipal do Cuanhama.

Enfatizou o facto de se tratar de uma estrutura com todos serviços incluídos, com destaque para os serviços de hemodiálise, evitando a deslocação de pacientes a outras regiões do país, bem como à vizinha República da Namíbia.

A nova unidade vem substituir o antigo Hospital Geral afectado, em Outubro de 2020, por um incêndio que danificou completamente a ala de cirurgia e o posto de armazenamento de oxigénio.

Desde o incêndio, os serviços do Hospital Geral de Ondjiva foram transferidos para o hospital municipal do Cuanhama, com capacidade de 70 camas, localizado no bairro do Ekuma, arredores de Ondjiva.

 

A infra-estrutura, antes com capacidade de 200 camas, foi ampliada para 220 e está a ser erguida numa área de 30 mil metros quadrados, com um orçamento de 52 milhões de euros.

A informação foi avançada pelo director geral da obra, afecto a construtora Makiber, José Manuel Juarez, realçando que foram concluídos os trabalhos de fundação dos módulos, seguindo a colocação dos pilares que vão suportar as estruturas metálicas.

Falando à margem de uma visita de constatação da empreitada pela governadora do Cunene, Gerdina Didalelwa, esclareceu que os constrangimentos anteriores relacionados com a chegada do material de montagem, proveniente de Espanha, estão ultrapassados.

Fez saber que desde Outubro, foram recepcionados 33 por cento do material necessário, estando a caminho mais 20 contentores, de um total 180,  com equipamentos necessários para montagem e apetrecho da unidade sanitária.

José Juarez explicou que a unidade, que será feita de estrutura metálica, estará  composta por um piso térreo, no qual serão distribuídos vários blocos e serviços,  incluindo quatro vivendas para acomodação de médicos.

Acrescentou que o hospital  terá muitas valências para melhor acomodação e atendimento dos doentes, que vão desde seis unidades de internamento, quatro blocos operatórios, uma unidade de hemodiálises com 12 cadeiras e banco de sangue.

Será igualmente composto por serviços de pediatria, obstetrícia, endoscopia, biologia, oftalmologia, estomatologia, urgência,  obstetrícia, pequenas cirurgias, raio x, TAC, entre outras unidades de apoio hospitalar.

O projecto criou 180 empregos até ao momento e prevê aumentar para 300 após as férias da quadra festiva, visando dar maior impulso ao trabalho.

Disse que o projecto tem a sua conclusão prevista para Junho de 2023, mas tudo será feito  para ser entregue três meses antes.

Por seu turno, a governadora Gerdina Didalelwa manifestou-se satisfeita pelo ritmo das obras, realçando que a construção do novo hospital vai garantir a melhoria da assistência à população local.

A materialização deste projecto, realçou, assume-se como uma mais-valia para a população, pois,  além de melhorar a assistência médica e medicamentosa, vai desafogar o actual hospital municipal do Cuanhama.

Enfatizou o facto de se tratar de uma estrutura com todos serviços incluídos, com destaque para os serviços de hemodiálise, evitando a deslocação de pacientes a outras regiões do país, bem como à vizinha República da Namíbia.

A nova unidade vem substituir o antigo Hospital Geral afectado, em Outubro de 2020, por um incêndio que danificou completamente a ala de cirurgia e o posto de armazenamento de oxigénio.

Desde o incêndio, os serviços do Hospital Geral de Ondjiva foram transferidos para o hospital municipal do Cuanhama, com capacidade de 70 camas, localizado no bairro do Ekuma, arredores de Ondjiva.