Parlamentares insatisfeitos com funcionamento dos hospitais de referência

Malanje- Os deputados do círculo eleitoral de Malanje mostraram-se, nesta terça-feira, insatisfeitos com o funcionamento das duas unidades sanitárias de referência da cidade de Malanje, designadamente o Hospital Provincial e o Materno-Infantil, devido sobretudo à exiguidade de técnicos.

As referidas unidades já dispunham, há 10 anos, de aproximadamente 50 especialistas cubanos, coreanos e russos, contra os 20 actuais, cujos contratos cessam no primeiro trimestre deste ano, forçando o encerramento paulatino de vários serviços.

Trata-se dos serviços de anestesia, gastrenterologia, nefrologia, cardiologia, ortotraumatologia, ginecologia e obstetrícia.

Falando no final de uma visita dos parlamentas às referidas unidades, a porta-voz dos deputados do círculo eleitoral de Malanje, Ânsia Salatiel, disse estar mais apreensiva com a situação da escassez de médicos especialistas no hospital provincial Materno-infantil, que conta apenas com uma médica de ginecologia e obstetrícia, mas com contrato a cessar no final deste mês.

Para além da falta de técnicos, apontou a paralisação das obras do novo banco de urgência do Hospital Geral de Malanje, desde 2014, e a necessidade de substituição dos aparelhos de hemodiálise da aludida unidade.

Garantiu que, enquanto deputados, vão fazer advocacia junto do ministério de tutela para a resolução destas dificuldades.

A respeito disso, o director do Gabinete Provincial da Saúde, Avantino Sebastião, reiterou que a província precisa de pelo menos 70 médicos especialistas em pediatria, anestesia, gastrenterologia, nefrologia, cardiologia, ortotraumatologia, ginecologia e obstetrícia, para atender as duas unidades em causa.0

Lembrou que estão a frequentar cursos de especialização cerca de 20 médicos, mas com os quais se poderá contar apenas dentro de 3 anos.

As referidas unidades já dispunham, há 10 anos, de aproximadamente 50 especialistas cubanos, coreanos e russos, contra os 20 actuais, cujos contratos cessam no primeiro trimestre deste ano, forçando o encerramento paulatino de vários serviços.

Trata-se dos serviços de anestesia, gastrenterologia, nefrologia, cardiologia, ortotraumatologia, ginecologia e obstetrícia.

Falando no final de uma visita dos parlamentas às referidas unidades, a porta-voz dos deputados do círculo eleitoral de Malanje, Ânsia Salatiel, disse estar mais apreensiva com a situação da escassez de médicos especialistas no hospital provincial Materno-infantil, que conta apenas com uma médica de ginecologia e obstetrícia, mas com contrato a cessar no final deste mês.

Para além da falta de técnicos, apontou a paralisação das obras do novo banco de urgência do Hospital Geral de Malanje, desde 2014, e a necessidade de substituição dos aparelhos de hemodiálise da aludida unidade.

Garantiu que, enquanto deputados, vão fazer advocacia junto do ministério de tutela para a resolução destas dificuldades.

A respeito disso, o director do Gabinete Provincial da Saúde, Avantino Sebastião, reiterou que a província precisa de pelo menos 70 médicos especialistas em pediatria, anestesia, gastrenterologia, nefrologia, cardiologia, ortotraumatologia, ginecologia e obstetrícia, para atender as duas unidades em causa.0

Lembrou que estão a frequentar cursos de especialização cerca de 20 médicos, mas com os quais se poderá contar apenas dentro de 3 anos.