População ignora medidas de biossegurança na Lunda Sul

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Saurimo – Cidadãos da província da Lunda Sul têm ignorado as medidas de biossegurança contra a Covid-19, sobretudo nas cerimónias fúnebres e nos mercados informais.

A preocupação foi hoje, segunda-feira, manifestada à ANGOP, pelo coordenador adjunto da Comissão Provincial de resposta rápida à pandemia na Lunda Sul, Viegas de Almeida, frisando que nos funerais as pessoas vão como se estivessem diante do fim da doença, sem a mínima observância das medidas de segurança, incluíndo o distanciamento social.

Comportamento igual, segundo o responsável, verifica-se também nos mercados, com a falta do uso de máscara facial e o distanciamento físico, facto que preocupa as autoridades sanitárias.

Defendeu a necessidade da população cumprir escrupulosamente as medidas de biossegurança, face a circulação comunitária das duas estirpes (indiana e sul-africana), que já se regista em algumas províncias.

Na via pública, sublinhou, 90 por cento da população usa máscara facial, de modo a cortar a cadeia de transmissão da doença, tendo solicitado a intervenção da Polícia Nacional, para prevenir e punir todos os que desobedeçam as orientações constantes do Decreto Presidencial sobre Situação de Calamidade Pública. 

Sobre a campanha de vacinação na província, Viegas de Almeida informou que decorre apenas para a administração da segunda dose, que vai até ao dia 26 do corrente mês, pelo que apela a adesão das pessoas de modo a estarem imunizadas.

Avançou que, ainda esta semana, a comissão de resposta rápida vai colher amostras com zaragatoas aos 500 reclusos da cadeia do Luzia, para aferir o estado serológico dos mesmos.

Na primeira fase, 12 mil cidadãos receberam a primeira dose com a vacina da Astrazeneca.

Actualmente, a Lunda Sul tem um registo de 437 casos positivos, sendo 434 recuperados e três mortes.

A preocupação foi hoje, segunda-feira, manifestada à ANGOP, pelo coordenador adjunto da Comissão Provincial de resposta rápida à pandemia na Lunda Sul, Viegas de Almeida, frisando que nos funerais as pessoas vão como se estivessem diante do fim da doença, sem a mínima observância das medidas de segurança, incluíndo o distanciamento social.

Comportamento igual, segundo o responsável, verifica-se também nos mercados, com a falta do uso de máscara facial e o distanciamento físico, facto que preocupa as autoridades sanitárias.

Defendeu a necessidade da população cumprir escrupulosamente as medidas de biossegurança, face a circulação comunitária das duas estirpes (indiana e sul-africana), que já se regista em algumas províncias.

Na via pública, sublinhou, 90 por cento da população usa máscara facial, de modo a cortar a cadeia de transmissão da doença, tendo solicitado a intervenção da Polícia Nacional, para prevenir e punir todos os que desobedeçam as orientações constantes do Decreto Presidencial sobre Situação de Calamidade Pública. 

Sobre a campanha de vacinação na província, Viegas de Almeida informou que decorre apenas para a administração da segunda dose, que vai até ao dia 26 do corrente mês, pelo que apela a adesão das pessoas de modo a estarem imunizadas.

Avançou que, ainda esta semana, a comissão de resposta rápida vai colher amostras com zaragatoas aos 500 reclusos da cadeia do Luzia, para aferir o estado serológico dos mesmos.

Na primeira fase, 12 mil cidadãos receberam a primeira dose com a vacina da Astrazeneca.

Actualmente, a Lunda Sul tem um registo de 437 casos positivos, sendo 434 recuperados e três mortes.