Responsável encoraja humanização dos serviços de saúde

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Huambo – O director do Gabinete de Saúde na província do Huambo, Lucas António Nhamba, encorajou hoje, sexta-feira, os profissionais do sector a prosseguirem com o trabalho de humanização no atendimento e tratamento dos pacientes.

Segundo o responsável, durante o I fórum provincial sobre Ética e Humanização em Saúde, este desafio, além de melhorar os cuidados médicos/medicamentosos, dará maior credibilidade aos hospitais públicos.

Por este facto, Lucas António Nhamba defendeu a necessidade do regeste dos valores morais e cívicos, para o alcance da tão almejada humanização dos serviços de saúde no país e, de forma particular, na província do Huambo.

Destacou ainda a formação técnico-profissional e académica dos quadros como um dos pressupostos indispensáveis na humanização dos cuidados médicos/medicamentosos.

O responsável disse que os profissionais de saúde devem olhar, igualmente, para esta questão com responsabilidade e interesse, para que todos estejam inclusos neste importante processo, desde os auxiliares de limpeza, clínicos e gestores das unidades hospitalares,

Incentivou as instituições sanitárias a criarem gabinetes de apoio aos utentes, compostos por psicólogos e outros quadros com capacidade, além da colocação de cadernos de reclamações e avaliação pelos utentes, do desempenho os profissionais de saúde.

 O evento, inserido na semana nacional de humanização, debateu temas como “A ética no cuidado e nas relações - premissa para um cuidado mais humanizado” e “Humanização e suas implicâncias para a mudança do modelo de atenção e gestão em saúde”.

Com uma extensão territorial de 35.270 quilómetros quadrados e uma densidade populacional estimada em dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, a província do Huambo tem um sistema de saúde composto por 249 unidades sanitárias, num universo de duas mil e 126 camas em diversas enfermarias e 14 na Unidade de Tratamentos Intensivos (UTI).

Conta com 308 médicos, três mil e 639 enfermeiros, 467 técnicos de diagnósticos e terapeuta, assim como 825 administrativos, além de outros profissionais indispensáveis para o seu normal funcionamento.

Segundo o responsável, durante o I fórum provincial sobre Ética e Humanização em Saúde, este desafio, além de melhorar os cuidados médicos/medicamentosos, dará maior credibilidade aos hospitais públicos.

Por este facto, Lucas António Nhamba defendeu a necessidade do regeste dos valores morais e cívicos, para o alcance da tão almejada humanização dos serviços de saúde no país e, de forma particular, na província do Huambo.

Destacou ainda a formação técnico-profissional e académica dos quadros como um dos pressupostos indispensáveis na humanização dos cuidados médicos/medicamentosos.

O responsável disse que os profissionais de saúde devem olhar, igualmente, para esta questão com responsabilidade e interesse, para que todos estejam inclusos neste importante processo, desde os auxiliares de limpeza, clínicos e gestores das unidades hospitalares,

Incentivou as instituições sanitárias a criarem gabinetes de apoio aos utentes, compostos por psicólogos e outros quadros com capacidade, além da colocação de cadernos de reclamações e avaliação pelos utentes, do desempenho os profissionais de saúde.

 O evento, inserido na semana nacional de humanização, debateu temas como “A ética no cuidado e nas relações - premissa para um cuidado mais humanizado” e “Humanização e suas implicâncias para a mudança do modelo de atenção e gestão em saúde”.

Com uma extensão territorial de 35.270 quilómetros quadrados e uma densidade populacional estimada em dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, a província do Huambo tem um sistema de saúde composto por 249 unidades sanitárias, num universo de duas mil e 126 camas em diversas enfermarias e 14 na Unidade de Tratamentos Intensivos (UTI).

Conta com 308 médicos, três mil e 639 enfermeiros, 467 técnicos de diagnósticos e terapeuta, assim como 825 administrativos, além de outros profissionais indispensáveis para o seu normal funcionamento.