Unicef apela à participação activa na campanha contra pólio e sarampo

  • Logomarca do Unicef
Luanda – A coordenadora de resposta da Unicef em Angola, Dinizia Pinto, apelou, nesta terça-feira, à participação activa da população na campanha contra a pólio, sarampo e suplemento em vitamina A, a realizar-se de 4 a 12 de Dezembro, em Luanda , Cuanza Norte e Cuanza Sul.

A responsável fez o apelo num  encontro via plataforma zoom para a apresentação da campanha e partilha de ideias de apoio à campanha de risco e gestão de rumores e desinformação.

Disse que a campanha será de âmbito nacional e visa reforçar a imunidade das  crianças dos 0 aos cinco anos de idade.

Dinizia Pinto exortou os pais a levarem os filhos às unidades sanitárias e postos de vacinação a serem montados nas escolas públicas e privadas e em igrejas.

Destacou o papel fundamental da mídia na capacitação e ampliação do alcance da informação junto da população em diferentes fontes, para a mobilização social e sensibilização para se chegar, de forma oportuna, às comunidades.

A responsável garantiu que estão criadas as condições de biossegurança e de vacinação para a campanha, enfatizando que a necessidade de se manter a prevenção contras outras doenças.

O governo promoveu, em Julho deste ano, uma campanha, em cinco províncias do sul do país, que envolveu cerca de 1.2 milhões de crianças menores de 5 anos de idade com a vacina pólio oral monovalente tipo 2.

A campanha de vacinação contra a poliomielite, a primeira após o Governo ter suspendido as actividades de imunização em massa devido à Covid-19, abrangeu as províncias do  Cunene, Huíla, Huambo, Cuando Cubango e Namibe.

Angola recebeu, em Dezembro de 2015, o estatuto de país livre de poliovírus selvagem, mas é actualmente um dos 15 países africanos que está a sofrer surtos de poliovírus derivado de vacinas em circulação, uma forma rara do vírus que afecta populações não imunizadas e subimunizadas.

 

 

A responsável fez o apelo num  encontro via plataforma zoom para a apresentação da campanha e partilha de ideias de apoio à campanha de risco e gestão de rumores e desinformação.

Disse que a campanha será de âmbito nacional e visa reforçar a imunidade das  crianças dos 0 aos cinco anos de idade.

Dinizia Pinto exortou os pais a levarem os filhos às unidades sanitárias e postos de vacinação a serem montados nas escolas públicas e privadas e em igrejas.

Destacou o papel fundamental da mídia na capacitação e ampliação do alcance da informação junto da população em diferentes fontes, para a mobilização social e sensibilização para se chegar, de forma oportuna, às comunidades.

A responsável garantiu que estão criadas as condições de biossegurança e de vacinação para a campanha, enfatizando que a necessidade de se manter a prevenção contras outras doenças.

O governo promoveu, em Julho deste ano, uma campanha, em cinco províncias do sul do país, que envolveu cerca de 1.2 milhões de crianças menores de 5 anos de idade com a vacina pólio oral monovalente tipo 2.

A campanha de vacinação contra a poliomielite, a primeira após o Governo ter suspendido as actividades de imunização em massa devido à Covid-19, abrangeu as províncias do  Cunene, Huíla, Huambo, Cuando Cubango e Namibe.

Angola recebeu, em Dezembro de 2015, o estatuto de país livre de poliovírus selvagem, mas é actualmente um dos 15 países africanos que está a sofrer surtos de poliovírus derivado de vacinas em circulação, uma forma rara do vírus que afecta populações não imunizadas e subimunizadas.