UNICEF quer crianças com acesso ao programa de vacinação

  • Representante do UNICEF em Angola, Ivan Yerovi
Luanda – O representante do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) em Angola, Ivan Yerovi, destacou a necessidade de se assegurar que as crianças tenham acesso a todas as vacinas para garantir a imunização plena, desde o nascimento até aos 15 meses de idade.

Em entrevista ao Jornal de Angola a propósito das jornadas comemorativas do 16 de Junho, Dia da Criança Africana, Ivan Yerovi avançou que o fundo está a trabalhar com o Ministério da Saúde (MINSA) no fortalecimento do sistema, com particular destaque para o reforço do sistema de conservação de vacinas.

Ivan Yerovi considera relevantes as áreas de educação das meninas,  combate e a prevenção de todas as formas de violência contra a criança, em particular contra a menina.

Conforme a fonte, actualmente, está em curso a implementação de vários programas de Transferência Social Monetária, em Luanda e noutras três províncias piloto, onde  algumas famílias, previamente seleccionadas e com crianças menores de 5 anos, têm acesso a uma quantia monetária por cada criança, contribuindo, desta forma,  para o aumento do rendimento da família e ao mesmo tempo contribuir para acesso a outros serviços.

Adiantou que o UNICEF apoia o Governo angolano em várias áreas, sendo que cinco, entre as quais à saúde nutricional da criança, a capacitação dos técnicos e à disponibilização de suplementos nutricionais em algumas unidades de saúde, são consideradas cruciais para que haja uma mudança na vida das crianças.

Actualmente, o programa do UNICEF em Angola está avaliado em aproximadamente 50 milhões de dólares, para o período de 2020-2022.

“O UNICEF pode contribuir com a construção de alianças e parcerias fortes. Adicionando às boas -práticas internacionais que o UNICEF traz para o país, os parceiros podem criar políticas e práticas, sempre no melhor interesse da criança”, reforçou.

Segundo Ivan Yerovi, em 2050, o continente Africano será o responsável por 42 por cento de todos os nascimentos a nível global. “Estes dados podem indicar que África tem uma maior hipótese de prosperar, se as políticas e os investimentos forem feitos sob medida para a sua crescente população infantil”, asseverou.

Segundo um relatório lançado em 2020, pelo UNICEF e a Save The Children, cerca de 672 milhões de crianças viveriam em situação de pobreza até ao final do ano passado. Quase dois terços dessas crianças vivem na África ao Sul do Saara e na Ásia Meridional.

Os dados revelam que as crianças e jovens africanos correspondem a mais de 70% da população do continente.

Em entrevista ao Jornal de Angola a propósito das jornadas comemorativas do 16 de Junho, Dia da Criança Africana, Ivan Yerovi avançou que o fundo está a trabalhar com o Ministério da Saúde (MINSA) no fortalecimento do sistema, com particular destaque para o reforço do sistema de conservação de vacinas.

Ivan Yerovi considera relevantes as áreas de educação das meninas,  combate e a prevenção de todas as formas de violência contra a criança, em particular contra a menina.

Conforme a fonte, actualmente, está em curso a implementação de vários programas de Transferência Social Monetária, em Luanda e noutras três províncias piloto, onde  algumas famílias, previamente seleccionadas e com crianças menores de 5 anos, têm acesso a uma quantia monetária por cada criança, contribuindo, desta forma,  para o aumento do rendimento da família e ao mesmo tempo contribuir para acesso a outros serviços.

Adiantou que o UNICEF apoia o Governo angolano em várias áreas, sendo que cinco, entre as quais à saúde nutricional da criança, a capacitação dos técnicos e à disponibilização de suplementos nutricionais em algumas unidades de saúde, são consideradas cruciais para que haja uma mudança na vida das crianças.

Actualmente, o programa do UNICEF em Angola está avaliado em aproximadamente 50 milhões de dólares, para o período de 2020-2022.

“O UNICEF pode contribuir com a construção de alianças e parcerias fortes. Adicionando às boas -práticas internacionais que o UNICEF traz para o país, os parceiros podem criar políticas e práticas, sempre no melhor interesse da criança”, reforçou.

Segundo Ivan Yerovi, em 2050, o continente Africano será o responsável por 42 por cento de todos os nascimentos a nível global. “Estes dados podem indicar que África tem uma maior hipótese de prosperar, se as políticas e os investimentos forem feitos sob medida para a sua crescente população infantil”, asseverou.

Segundo um relatório lançado em 2020, pelo UNICEF e a Save The Children, cerca de 672 milhões de crianças viveriam em situação de pobreza até ao final do ano passado. Quase dois terços dessas crianças vivem na África ao Sul do Saara e na Ásia Meridional.

Os dados revelam que as crianças e jovens africanos correspondem a mais de 70% da população do continente.