Fábrica de oxigénio do Hospital do Zaire reabre

Mbanza Kongo – A fábrica de oxigénio medicinal do Hospital Provincial do Zaire (HPZ), em Mbanza Kongo, volta a funcionar, um ano depois, na sequência da aquisição de peças sobressalentes por parte das autoridades sanitárias locais.

O director-geral desta unidade sanitária, Domingos da Silva, que falava esta segunda-feira, à ANGOP, disse que a entrada em funcionamento da referida unidade de processamento de gás hospitalar vai ajudar no tratamento de casos positivos da Covid-19 que dão entrada naquele hospital.  

Inaugurada há 10 anos, a fábrica de oxigénio do HPZ (maior da província) tem capacidade instalada para 20 garrafas de oxigénio de 50 quilogramas por dia.

Domingos da Silva explicou que a direcção adquiriu, a 50 mil dólares, um novo compressor, peça que esteve na base da paralisação desta unidade fabril. Como alternativa, prosseguiu, o hospital adquiria 120 garrafas de oxigénio por mês na capital do país (Luanda) com elevados encargos financeiros.

Salientou que o frete de um camião para o transporte de 60 botijas de oxigénio custa aproximadamente 300 mil Kwanzas.

"Ainda assim essas quantidades são insuficientes para atender a actual demanda deste produto, visto que só o hospital provincial consome, diariamente, 10 garrafas de oxigénio de 50 quilogramas. As áreas de medicina, pediatria e do internamento de casos da Covid-19 são as que mais oxigénios precisam", sublinhou.

O Hospital Provincial do Zaire detém 149 camas e funciona com 182 técnicos, dos quais 22 médicos. Presta serviços nas áreas de Banco de Urgências, Pediatria, Medicina Interna, Estomatologia, Ortopedia, Cardiologia, Urologia, Oftalmologia, Ginecologia, Maternidade e Fisiologia.

 

 

O director-geral desta unidade sanitária, Domingos da Silva, que falava esta segunda-feira, à ANGOP, disse que a entrada em funcionamento da referida unidade de processamento de gás hospitalar vai ajudar no tratamento de casos positivos da Covid-19 que dão entrada naquele hospital.  

Inaugurada há 10 anos, a fábrica de oxigénio do HPZ (maior da província) tem capacidade instalada para 20 garrafas de oxigénio de 50 quilogramas por dia.

Domingos da Silva explicou que a direcção adquiriu, a 50 mil dólares, um novo compressor, peça que esteve na base da paralisação desta unidade fabril. Como alternativa, prosseguiu, o hospital adquiria 120 garrafas de oxigénio por mês na capital do país (Luanda) com elevados encargos financeiros.

Salientou que o frete de um camião para o transporte de 60 botijas de oxigénio custa aproximadamente 300 mil Kwanzas.

"Ainda assim essas quantidades são insuficientes para atender a actual demanda deste produto, visto que só o hospital provincial consome, diariamente, 10 garrafas de oxigénio de 50 quilogramas. As áreas de medicina, pediatria e do internamento de casos da Covid-19 são as que mais oxigénios precisam", sublinhou.

O Hospital Provincial do Zaire detém 149 camas e funciona com 182 técnicos, dos quais 22 médicos. Presta serviços nas áreas de Banco de Urgências, Pediatria, Medicina Interna, Estomatologia, Ortopedia, Cardiologia, Urologia, Oftalmologia, Ginecologia, Maternidade e Fisiologia.