Parceria com jornalistas na abordagem de assuntos da criança

  • Jornalistas angolanos no exercício das suas actividades
Lubango – O Gabinete Provincial da Acção Social e Igualdade de Género na Huíla pediu terça-feira, aos jornalistas um maior acompanhamento e monitoria da situação de vulnerabilidade da criança, para ajudarem a minimizar a violação dos seus direitos.  

O pedido foi feito durante um encontro de reflexão sobre a protecção dos direitos da criança, promovido pelo gabinete em parceria com a organização não governamental Word Vision, dirigido a jornalistas de órgãos públicos e privados, sedeados na cidade do Lubango.

Segundo a Word Vision, o contexto actual da criança vulnerável na província traduz-se no abuso sexual e maus tratos, isolamento agressivo, uso de drogas e álcool, o fenómeno de criança de e na rua, fuga à paternidade, falta de desejo de ir a escola, exploração infantil, entre outros males.

Dados do gabinete apontam uma média diária de cinco a seis casos de fuga à paternidade que dão entrada na instituição, num global de perto 10 casos diários atendidos.

Durante os últimos três meses, a instituição recebeu mais de 280 casos de violência, dos quais mais de 100 são de fuga à paternidade.

Ao falar na actividade, a directora do Gabinete da Acção Social e Igualdade de Género na Huíla, Catarina Sebastião, afirmou que a situação da violência doméstica, sexual, contra menores e maus-tratos decorre no seio familiar, principalmente.

Declarou daí a razão do encontro, com a finalidade de contribuir para a divulgação dos direitos, deveres da criança, mitigação e monitoria de processos em casos de violação dos direitos da criança e melhorar os seguimentos aos casos de menores vítimas de violência tendo como base os 11 compromissos definidos pelo Executivo, com vista ao desenvolvimento integral da criança.

“A tendência de muitos actores é pensar nos problemas e constrangimentos que se enfrentam, que muitas vezes actuam como desencorajador para a proactividade necessária, nomeadamente a situação macroeconómica do país, pobreza extrema, desagregação familiar, fuga à paternidade, os factores culturais e religiosos”, disse.

O encontro abordou temas como o “Contexto da situação dos maus tratos”, “Os Fluxos e parâmetros de atendimento a criança” e a criação de uma rede de jornalistas amigos da criança.

O pedido foi feito durante um encontro de reflexão sobre a protecção dos direitos da criança, promovido pelo gabinete em parceria com a organização não governamental Word Vision, dirigido a jornalistas de órgãos públicos e privados, sedeados na cidade do Lubango.

Segundo a Word Vision, o contexto actual da criança vulnerável na província traduz-se no abuso sexual e maus tratos, isolamento agressivo, uso de drogas e álcool, o fenómeno de criança de e na rua, fuga à paternidade, falta de desejo de ir a escola, exploração infantil, entre outros males.

Dados do gabinete apontam uma média diária de cinco a seis casos de fuga à paternidade que dão entrada na instituição, num global de perto 10 casos diários atendidos.

Durante os últimos três meses, a instituição recebeu mais de 280 casos de violência, dos quais mais de 100 são de fuga à paternidade.

Ao falar na actividade, a directora do Gabinete da Acção Social e Igualdade de Género na Huíla, Catarina Sebastião, afirmou que a situação da violência doméstica, sexual, contra menores e maus-tratos decorre no seio familiar, principalmente.

Declarou daí a razão do encontro, com a finalidade de contribuir para a divulgação dos direitos, deveres da criança, mitigação e monitoria de processos em casos de violação dos direitos da criança e melhorar os seguimentos aos casos de menores vítimas de violência tendo como base os 11 compromissos definidos pelo Executivo, com vista ao desenvolvimento integral da criança.

“A tendência de muitos actores é pensar nos problemas e constrangimentos que se enfrentam, que muitas vezes actuam como desencorajador para a proactividade necessária, nomeadamente a situação macroeconómica do país, pobreza extrema, desagregação familiar, fuga à paternidade, os factores culturais e religiosos”, disse.

O encontro abordou temas como o “Contexto da situação dos maus tratos”, “Os Fluxos e parâmetros de atendimento a criança” e a criação de uma rede de jornalistas amigos da criança.