Administrador da Angop apela aposta em trabalhos investigativos

  • Foto família
Luanda - O administrador não executivo da Angop, Gaspar Francisco, reafirmou, esta sexta-feira,  em Luanda, a necessidade da aposta em trabalhos de investigação, por formas a se melhorar, cada vez mais, os conteúdos informativos da agência.

A Angop produz conteúdo em cinco plataformas, nomeadamente vídeos, textos, áudios, fotografias e infografia, exigindo dos jornalistas um refrescamento periódico.

Conforme o administrador, que falava na sessão de encerramento do ciclo de formação de jornalistas das delegações da Agência Angola Press (Angop) da região norte,  actualmente são ainda detectadas insuficiências nos conteúdos trabalhados, daí a necessidade das formações para melhor capacitação dos funcionários. 

Durante 8 dias, os participantes foram dotados de conhecimentos sobre técnicas de redacção, língua portuguesa, entre outras matérias.

Participam da formação jornalistas das províncias de Luanda, Bengo, Cabinda, Cuanza Norte, Malanje, Uíge e Zaire. 

A propósito, a jornalista Maria João disse que  foram dias proveitosos, tendo em conta os conhecimentos adquiridos para melhorar algumas debilidades, bem as técnicas de jornalismo e programa de língua portuguesa.

“ Achamos que o tempo foi muito curto para um maior aprendizado. É necessário que acções do género se estendam para as demais áreas do ramo jornalístico e sejam  contínuas“, realçou.

Por seu turno, o chefe da redacção do Bengo, Mário Francisco, enalteceu a iniciativa, felicitando o Conselho de Administração da Angop por ter a preocupação em melhorar a qualidade do trabalho noticioso da agência.

“É necessário que haja interacção entre os profissionais da sede e os das demais províncias para evitar a existência de ilhas em relação ao processo de formação e refrescamento”, reforçou.

Este é o terceiro e último ciclo de formação de jornalistas. O primeiro aconteceu na região sul e o segundo na região centro.

 

A Angop produz conteúdo em cinco plataformas, nomeadamente vídeos, textos, áudios, fotografias e infografia, exigindo dos jornalistas um refrescamento periódico.

Conforme o administrador, que falava na sessão de encerramento do ciclo de formação de jornalistas das delegações da Agência Angola Press (Angop) da região norte,  actualmente são ainda detectadas insuficiências nos conteúdos trabalhados, daí a necessidade das formações para melhor capacitação dos funcionários. 

Durante 8 dias, os participantes foram dotados de conhecimentos sobre técnicas de redacção, língua portuguesa, entre outras matérias.

Participam da formação jornalistas das províncias de Luanda, Bengo, Cabinda, Cuanza Norte, Malanje, Uíge e Zaire. 

A propósito, a jornalista Maria João disse que  foram dias proveitosos, tendo em conta os conhecimentos adquiridos para melhorar algumas debilidades, bem as técnicas de jornalismo e programa de língua portuguesa.

“ Achamos que o tempo foi muito curto para um maior aprendizado. É necessário que acções do género se estendam para as demais áreas do ramo jornalístico e sejam  contínuas“, realçou.

Por seu turno, o chefe da redacção do Bengo, Mário Francisco, enalteceu a iniciativa, felicitando o Conselho de Administração da Angop por ter a preocupação em melhorar a qualidade do trabalho noticioso da agência.

“É necessário que haja interacção entre os profissionais da sede e os das demais províncias para evitar a existência de ilhas em relação ao processo de formação e refrescamento”, reforçou.

Este é o terceiro e último ciclo de formação de jornalistas. O primeiro aconteceu na região sul e o segundo na região centro.