Hospital Geral do Moxico sem reservas de sangue

Luena – Os elevados casos de anemia registados na noite de transição de ano consumiram o total da reserva de sangue do banco do Hospital Geral do Moxico (HGM), deixando a unidade sem capacidade para responder satisfatoriamente a eventuais solicitações.

Na noite do 31 de Dezembro de 2020 para primeiro de Janeiro de 2021, os técnicos em serviço no Banco de Urgências do HGM efetuaram, em 173 pacientes registados, 12 transfusões a doentes com malária.

Os demais pacientes que precisam de sangue estão sem assistência por escassez deste líquido, segundo informou esta sexta-feira a ANGOP a enfermeira em serviço, Esmeralda Pinto.

Afirmou que a situação preocupa os profissionais sanitários devido a existência de um número considerável de pacientes com diagnóstico de malária associada à anemia e que espera por uma transfusão.

“Os pacientes estão a recorrer a familiares mas também nem sempre o sangue familiar é compatível”, lamentou, lançando um grito de socorro à sociedade dadora de sangue.

A malária anémica, doenças respiratórias e diarreicas agudas, agressões físicas e acidentes de viação destacaram nas ocorrências das últimas 24 horas.

Já no Hospital Municipal do Moxico, a directora clínica, Laurinda Maura Tchihemba, disse que a situação foi calma e mantém-se controlada.

Na Maternidade Provincial, o primeiro parto de 2021 foi de gémeos do sexo masculino, nascido de um parto normal.

A parteira Judith Fernando, disse que o primeiro bebê nasceu às zero horas e seis minutos, pesando três quilogramas, e o segundo às zero e nove minutos, com dois quilogramas e 800 gramas. 

A parturiente é Maura Ana, de 28 anos de idade, residente no bairro Mandembwe, que já vai na sua sexta gestação.

 

Na noite do 31 de Dezembro de 2020 para primeiro de Janeiro de 2021, os técnicos em serviço no Banco de Urgências do HGM efetuaram, em 173 pacientes registados, 12 transfusões a doentes com malária.

Os demais pacientes que precisam de sangue estão sem assistência por escassez deste líquido, segundo informou esta sexta-feira a ANGOP a enfermeira em serviço, Esmeralda Pinto.

Afirmou que a situação preocupa os profissionais sanitários devido a existência de um número considerável de pacientes com diagnóstico de malária associada à anemia e que espera por uma transfusão.

“Os pacientes estão a recorrer a familiares mas também nem sempre o sangue familiar é compatível”, lamentou, lançando um grito de socorro à sociedade dadora de sangue.

A malária anémica, doenças respiratórias e diarreicas agudas, agressões físicas e acidentes de viação destacaram nas ocorrências das últimas 24 horas.

Já no Hospital Municipal do Moxico, a directora clínica, Laurinda Maura Tchihemba, disse que a situação foi calma e mantém-se controlada.

Na Maternidade Provincial, o primeiro parto de 2021 foi de gémeos do sexo masculino, nascido de um parto normal.

A parteira Judith Fernando, disse que o primeiro bebê nasceu às zero horas e seis minutos, pesando três quilogramas, e o segundo às zero e nove minutos, com dois quilogramas e 800 gramas. 

A parturiente é Maura Ana, de 28 anos de idade, residente no bairro Mandembwe, que já vai na sua sexta gestação.