ANCAA aponta falta de equipamentos em braile

Luanda- A falta material escolar em braile, equipamentos tecnológicos, transportes, e melhor habitabilidade são algumas das preocupações diárias dos portadores de deficiência visual da Associação Nacional e Ambliopes dos Cegos de Angola (ANCAA) apresentadas, esta sexta-feira, a Provedora da Justiça, Florbela Araújo.

Entre as necessidades que  limita a acção dos associados consta ainda a falta de rampas para uma melhor locomoção nas instituições, bem como um subsídio de apoio a própria associação por parte do Estado.

O presidente  ANCAA, Venceslau Muginga Francisco, apontou ainda o incumprimento da Lei de Acessibilidade e o direito ao voto.

"Pedimos ao governo  que adquira máquinas apropriadas para passarmos  a votar, porque não achamos certo que o nosso voto  seja feito  por terceiros", referiu.

Para Venceslau Muginga, o acesso aos concursos públicos e aos créditos bancários consta, também, das dificuldades, alegando que a lei os dá esse direito .

O responsável disse que muitas vezes se sentem discriminados e excluídos, fazendo com que muitos nessa condição se isolem e deixem de apostar em sonhos altos tanto académicos como profissionais.

Por sua vez a Provedora de Justiça, Florbela Araújo, elogiou a força e o trabalho da associação diante de tantas dificuldades, prometendo levar tais preocupações as autoridades competentes para uma  avaliação.

Durante o encontro, a provedora incentivou a continuarem a criar projectos e exortou para que não se sintam excluídos .
"Cada um  deles deve se valorizar e se sentir capaz de contribuir para o desenvolvimento do país, por isso apelo a todos que não se sintam discriminados e que continuem a lutar pelos seus direitos tanto social como humanos", acrescentou.

A provedora teve direito a uma visita guiada para conhecer por dentro os meandros da acção diária da associação em prol dos seus associados

Entre as necessidades que  limita a acção dos associados consta ainda a falta de rampas para uma melhor locomoção nas instituições, bem como um subsídio de apoio a própria associação por parte do Estado.

O presidente  ANCAA, Venceslau Muginga Francisco, apontou ainda o incumprimento da Lei de Acessibilidade e o direito ao voto.

"Pedimos ao governo  que adquira máquinas apropriadas para passarmos  a votar, porque não achamos certo que o nosso voto  seja feito  por terceiros", referiu.

Para Venceslau Muginga, o acesso aos concursos públicos e aos créditos bancários consta, também, das dificuldades, alegando que a lei os dá esse direito .

O responsável disse que muitas vezes se sentem discriminados e excluídos, fazendo com que muitos nessa condição se isolem e deixem de apostar em sonhos altos tanto académicos como profissionais.

Por sua vez a Provedora de Justiça, Florbela Araújo, elogiou a força e o trabalho da associação diante de tantas dificuldades, prometendo levar tais preocupações as autoridades competentes para uma  avaliação.

Durante o encontro, a provedora incentivou a continuarem a criar projectos e exortou para que não se sintam excluídos .
"Cada um  deles deve se valorizar e se sentir capaz de contribuir para o desenvolvimento do país, por isso apelo a todos que não se sintam discriminados e que continuem a lutar pelos seus direitos tanto social como humanos", acrescentou.

A provedora teve direito a uma visita guiada para conhecer por dentro os meandros da acção diária da associação em prol dos seus associados