Cento e 50 jornalistas já possuem carteira profissional

  • Presidente da CCE, Luísa Rogério
Huambo – Cento e 50 jornalistas de diversos órgãos de Comunicação Social públicos e privados em Angola já possuem carteira profissional, que os habilita ao exercício da profissão, soube hoje, segunda-feira, a ANGOP.

A atribuição das carteiras profissionais aos jornalistas, cujo processo teve início no dia 02 de Fevereiro deste ano, é um  imperativo legal, em obediência à Lei sobre o Estatuto do Jornalista, que obriga o uso deste documento, como um instrumento de identificação da habilitação do exercício da profissão.

A informação foi avançada pela presidente da Comissão de Carteira e Ética, Luísa Rogério, salientando tratar-se de 149 jornalistas angolanos e um estrangeiro.

As mesmas, conforme a responsável, foram distribuídas a 98 jornalistas destacados na província de Luanda, 39 no Bié e 13 no Huambo, marcando, assim, uma nova era no exercício da actividade jornalística em Angola.

Luísa Rogério informou ainda que desta cifra, seis profissionais, sendo três do Bié e igual número de Luanda, depositaram as suas carteiras junto da Comissão de Carteira e Ética, por exercerem cargos incompatíveis com a actividade jornalística.

Referiu que até ao momento o órgão recepcionou cerca de dois mil processos, destes, mil e 949 já foram inscritos, de forma regular.

De acordo com  a responsável, apesar de a cifra não reflectir o número real de profissionais existentes no país, é satisfatório o nível de adesão para obtenção da carteira.

Avançou que, depois das províncias do Bié, Huambo e Luanda, a Huíla será a próxima paragem, com uma previsão de atribuir 100 carteiras a igual número de jornalistas.

Contudo, Luísa Rogério apontou a letárgica que se verificou na entrega dos documentos no início do processo, por parte dos jornalistas, como principal causa da morosidade da emissão e atribuição das carteiras, ao referir que até  Dezembro de 2020, apenas 150 profissionais, dos dois mil previstos, tinham remetido à Comissão as suas candidaturas para a obtenção do documento, enquanto dos demais fizeram nos últimos dias.

Apesar desta situação, reafirmou o compromisso de habilitar os profissionais, nos próximos tempos, com perspectiva de abranger, até finais deste mês, 500 jornalistas e os demais até Junho.

Disse que enquanto estiver a decorrer o processo de atribuição das carteiras, a comissão, em colaboração com os seus parceiros, têm intensificado as acções pedagógicas, no sentido de consciencializar os profissionais sobre a importância do documento e a necessidade do cumprimento das exigências impostas pelo exercício da profissão para, posteriormente, se passar para a aplicação das sanções, em caso de violações.

Luísa Rogério rematou que a não observância do princípio do contraditório e o pré-julgamento dos factos, por parte dos jornalistas, têm sido as infracções mais cometidas no exercício da profissão.

A atribuição das carteiras profissionais aos jornalistas, cujo processo teve início no dia 02 de Fevereiro deste ano, é um  imperativo legal, em obediência à Lei sobre o Estatuto do Jornalista, que obriga o uso deste documento, como um instrumento de identificação da habilitação do exercício da profissão.

A informação foi avançada pela presidente da Comissão de Carteira e Ética, Luísa Rogério, salientando tratar-se de 149 jornalistas angolanos e um estrangeiro.

As mesmas, conforme a responsável, foram distribuídas a 98 jornalistas destacados na província de Luanda, 39 no Bié e 13 no Huambo, marcando, assim, uma nova era no exercício da actividade jornalística em Angola.

Luísa Rogério informou ainda que desta cifra, seis profissionais, sendo três do Bié e igual número de Luanda, depositaram as suas carteiras junto da Comissão de Carteira e Ética, por exercerem cargos incompatíveis com a actividade jornalística.

Referiu que até ao momento o órgão recepcionou cerca de dois mil processos, destes, mil e 949 já foram inscritos, de forma regular.

De acordo com  a responsável, apesar de a cifra não reflectir o número real de profissionais existentes no país, é satisfatório o nível de adesão para obtenção da carteira.

Avançou que, depois das províncias do Bié, Huambo e Luanda, a Huíla será a próxima paragem, com uma previsão de atribuir 100 carteiras a igual número de jornalistas.

Contudo, Luísa Rogério apontou a letárgica que se verificou na entrega dos documentos no início do processo, por parte dos jornalistas, como principal causa da morosidade da emissão e atribuição das carteiras, ao referir que até  Dezembro de 2020, apenas 150 profissionais, dos dois mil previstos, tinham remetido à Comissão as suas candidaturas para a obtenção do documento, enquanto dos demais fizeram nos últimos dias.

Apesar desta situação, reafirmou o compromisso de habilitar os profissionais, nos próximos tempos, com perspectiva de abranger, até finais deste mês, 500 jornalistas e os demais até Junho.

Disse que enquanto estiver a decorrer o processo de atribuição das carteiras, a comissão, em colaboração com os seus parceiros, têm intensificado as acções pedagógicas, no sentido de consciencializar os profissionais sobre a importância do documento e a necessidade do cumprimento das exigências impostas pelo exercício da profissão para, posteriormente, se passar para a aplicação das sanções, em caso de violações.

Luísa Rogério rematou que a não observância do princípio do contraditório e o pré-julgamento dos factos, por parte dos jornalistas, têm sido as infracções mais cometidas no exercício da profissão.