Angola na presidência do Conselho de Ministros da ZAMCOM

  • Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges
Luanda - Angola assumiu, nesta quinta-feira, pela segunda vez, a presidência do Conselho de Ministros da Comissão Permanente do Curso de Água do Rio Zambeze (ZAMCOM).

A eleição de Angola aconteceu durante a oitava Reunião do Conselho de Ministros da ZAMCOM, que decorreu, por videoconferência, com a participação do ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.

A reunião dos ministros foi precedida da dos oficiais técnicos da Comissão, em que o Instituto Nacional dos Recursos Hídricos (INRH) assumiu a presidência do Comité Técnico da ZAMCOM.

João Baptista Borges afirmou que Angola assume a presidência da organização num momento em que já atingiu alguns desenvolvimentos, entre os quais o Plano Estratégico à Escala de toda Bacia Hidrográfica do Zambeze.

O ministro apelou à necessidade dos Estados-Membros envidarem esforços, para que os objectivos da organização sejam concretizados, alertando ainda os membros para a atenção que deve ser dada ao PIDACC-Zambeze (Programa para o Desenvolvimento Integrado e Alterações Climáticas na Bacia Hidrográfica do Zambeze).

Na óptica do ministro, os Estados-Membros devem manter o espírito de pertença da ZAMCOM, destacando-se o pagamento das contribuições financeiras anuais.

Segundo João Baptista Borges, os Estados Membros devem assumir o compromisso de aumentar a sua contribuição financeira anual, assim como o seu pagamento em tempo oportuno, para se poder fazer face às suas necessidades internas.

A contribuição financeira de cada Estado Membro está avaliada em USD 10 mil anualmente.

A ZAMCOM é uma organização instituída através de um Acordo entre oito estados ribeirinhos, que partilham a Bacia do Rio Zambeze, nomeadamente Angola, Botswana, Malawi, Moçambique, Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

A ZAMCOM promove e coordena a gestão e desenvolvimento cooperativo do Curso de Água do Zambeze de forma sustentável e resistente ao clima.

A eleição de Angola aconteceu durante a oitava Reunião do Conselho de Ministros da ZAMCOM, que decorreu, por videoconferência, com a participação do ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.

A reunião dos ministros foi precedida da dos oficiais técnicos da Comissão, em que o Instituto Nacional dos Recursos Hídricos (INRH) assumiu a presidência do Comité Técnico da ZAMCOM.

João Baptista Borges afirmou que Angola assume a presidência da organização num momento em que já atingiu alguns desenvolvimentos, entre os quais o Plano Estratégico à Escala de toda Bacia Hidrográfica do Zambeze.

O ministro apelou à necessidade dos Estados-Membros envidarem esforços, para que os objectivos da organização sejam concretizados, alertando ainda os membros para a atenção que deve ser dada ao PIDACC-Zambeze (Programa para o Desenvolvimento Integrado e Alterações Climáticas na Bacia Hidrográfica do Zambeze).

Na óptica do ministro, os Estados-Membros devem manter o espírito de pertença da ZAMCOM, destacando-se o pagamento das contribuições financeiras anuais.

Segundo João Baptista Borges, os Estados Membros devem assumir o compromisso de aumentar a sua contribuição financeira anual, assim como o seu pagamento em tempo oportuno, para se poder fazer face às suas necessidades internas.

A contribuição financeira de cada Estado Membro está avaliada em USD 10 mil anualmente.

A ZAMCOM é uma organização instituída através de um Acordo entre oito estados ribeirinhos, que partilham a Bacia do Rio Zambeze, nomeadamente Angola, Botswana, Malawi, Moçambique, Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

A ZAMCOM promove e coordena a gestão e desenvolvimento cooperativo do Curso de Água do Zambeze de forma sustentável e resistente ao clima.