Angola terá uma representação da Femwise

  • Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira
Luanda – A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, anunciou, nesta quarta-feira, a constituição, brevemente, do núcleo nacional da Rede Regional das Mulheres pela Prevenção e Resolução de Conflitos e Manutenção da Paz " Femwise".

A rede foi criada em 2017, em Addis Abeba (Eiópia) sob auspício da União Africana (UA).

De acordo com a ministra, que falava na abertura da III edição do espaço de reflexão de temáticas ligadas à segurança e defesa nacional, numa promoção do Instituto da Defesa Nacional, se pretende organizar e estabelecer a rede nacional em resposta a aplicação dos objectivos da organização africana das mulheres, com foco na prevenção de conflitos e na mediação.

O núcleo angolano, avançou a ministra, terá como missão promover, em colaboração com parceiros nacionais e internacionais, projectos de educação sobre a cultura da paz dirigidos a meninas e mulheres, num amplo movimento entre gerações.

Durante a sua intervenção, Carolina Cerqueira enalteceu o “destacado” papel da mulher na esfera do desenvolvimento nacional, em defesa da paz e da estabilidade do país.

Em relação a experiência da mulher e os desafios nos órgãos de defesa e segurança, a ministra ressaltou o esforço no combate da crise humanitária criada pela Covid-19, o empenho na recuperação do tecido económico e social, para a reconstrução da vida das pessoas do ponto de vista material e emocional, de forma a reparar os efeitos da crise no empobrecimento das famílias, a desigualdade social, a estabilidade e resgatar a confiança, os laços sociais.

Relativamente ao papel da mulher nos órgãos de defesa e segurança, Carolina Cerqueira apontou a resolução 325 da ONU como a prioridade da Agenda 2030 para o desenvolvimento robusto e sustentável, para que ninguém fique de fora e contribua na edificação de uma paz douradora e resolução de conflitos a nível sub-regional, regional e internacional.

A intenção, afirmou, é promover a coesão e integração social, a justiça, a equidade do género, o diálogo e cooperação e o multilateralismo, factores indispensáveis para mitigar à pobreza, a descriminação da mulher e a violência baseada no género.

Carolina Cerqueira rendeu ainda homenagem as mulheres angolanas pelo seu contributo na defesa da soberania nacional, encorajando-as a prosseguir as iniciativas na família, na escola, igreja e locais de trabalho, tendo em conta a promoção da educação para a cultura da paz, dirigido a jovens meninas, de forma a fortalecer o respeito, o dialogo e a não-violência nas relações humanas.

 

 

 

A rede foi criada em 2017, em Addis Abeba (Eiópia) sob auspício da União Africana (UA).

De acordo com a ministra, que falava na abertura da III edição do espaço de reflexão de temáticas ligadas à segurança e defesa nacional, numa promoção do Instituto da Defesa Nacional, se pretende organizar e estabelecer a rede nacional em resposta a aplicação dos objectivos da organização africana das mulheres, com foco na prevenção de conflitos e na mediação.

O núcleo angolano, avançou a ministra, terá como missão promover, em colaboração com parceiros nacionais e internacionais, projectos de educação sobre a cultura da paz dirigidos a meninas e mulheres, num amplo movimento entre gerações.

Durante a sua intervenção, Carolina Cerqueira enalteceu o “destacado” papel da mulher na esfera do desenvolvimento nacional, em defesa da paz e da estabilidade do país.

Em relação a experiência da mulher e os desafios nos órgãos de defesa e segurança, a ministra ressaltou o esforço no combate da crise humanitária criada pela Covid-19, o empenho na recuperação do tecido económico e social, para a reconstrução da vida das pessoas do ponto de vista material e emocional, de forma a reparar os efeitos da crise no empobrecimento das famílias, a desigualdade social, a estabilidade e resgatar a confiança, os laços sociais.

Relativamente ao papel da mulher nos órgãos de defesa e segurança, Carolina Cerqueira apontou a resolução 325 da ONU como a prioridade da Agenda 2030 para o desenvolvimento robusto e sustentável, para que ninguém fique de fora e contribua na edificação de uma paz douradora e resolução de conflitos a nível sub-regional, regional e internacional.

A intenção, afirmou, é promover a coesão e integração social, a justiça, a equidade do género, o diálogo e cooperação e o multilateralismo, factores indispensáveis para mitigar à pobreza, a descriminação da mulher e a violência baseada no género.

Carolina Cerqueira rendeu ainda homenagem as mulheres angolanas pelo seu contributo na defesa da soberania nacional, encorajando-as a prosseguir as iniciativas na família, na escola, igreja e locais de trabalho, tendo em conta a promoção da educação para a cultura da paz, dirigido a jovens meninas, de forma a fortalecer o respeito, o dialogo e a não-violência nas relações humanas.