ANPG oferece painéis solares ao centro materno-infantil

  • Sistema de produção de energia solar
Luanda - A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) procedeu hoje (sexta-feira), em Luanda, a entrega de um sistema de energia solar ao centro materno-infantil do Cabo Ledo, no município da Quiçama.

O sistema com capacidade de 14 kaveares, é uma iniciativa da ANPG e os seus parceiros INE Angola, Bloco 15/06, Sonangol P&P e SSI Fifteen Lda.

Na ocasião, o director-geral da ENI-Angola, Matteo Bacchini, disse que é algo muito importante e está no âmbito do projecto integrado que têm desenvolvido nos últimos anos para melhorar as situações sociais de saúde e acesso a energia eléctrica e água no país.

Acrescentou que a nível nacional já instalaram dez placas, sendo duas em Luanda e as restantes nas províncias da Huíla e Namibe.

Por seu turno, o gerente do Bloco 1t/06, Américo Nascimento, disse que a indústria de petróleo e gás funciona como uma alavanca para outras, onde têm na Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) para o seu desinvestimento.

Disse que para 2020 projectaram cerca de três milhões de dólares para oito projectos devidamente cabimentados e devido à pandemia tiveram que fazer algumas restrições do ponto de vista de execução.

Fez saber que já terminaram também outros projectos de carácter comunitário fora da área da energia solar, no que toca a formação e o apetrechamento de bibliotecas.

Já o director clínico do centro materno-infantil, Daniel Coxe, agradeceu a oferta dos painéis solares, pelo facto da comuna do Cabo Ledo não beneficiar de um sistema de fornecimento de energia eléctrica da rede pública.

Explicou que no centro o abastecimento é feito por fonte alternativa (gerador) que encontra-se com problemas técnicos já a duas semanas, dificultando assim o funcionamento na assistência médica aos munícipes.

Acrescentou que antes das instalações do novo sistema, o centro tinha também uma fonte solar, mas para abastecer apenas os meios de conservação das vacinas.

O centro atende diariamente entre 30 a 40 pacientes semanalmente, registando como as principais patologias o paludismo e as doenças sexualmente transmissíveis.

 

O sistema com capacidade de 14 kaveares, é uma iniciativa da ANPG e os seus parceiros INE Angola, Bloco 15/06, Sonangol P&P e SSI Fifteen Lda.

Na ocasião, o director-geral da ENI-Angola, Matteo Bacchini, disse que é algo muito importante e está no âmbito do projecto integrado que têm desenvolvido nos últimos anos para melhorar as situações sociais de saúde e acesso a energia eléctrica e água no país.

Acrescentou que a nível nacional já instalaram dez placas, sendo duas em Luanda e as restantes nas províncias da Huíla e Namibe.

Por seu turno, o gerente do Bloco 1t/06, Américo Nascimento, disse que a indústria de petróleo e gás funciona como uma alavanca para outras, onde têm na Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) para o seu desinvestimento.

Disse que para 2020 projectaram cerca de três milhões de dólares para oito projectos devidamente cabimentados e devido à pandemia tiveram que fazer algumas restrições do ponto de vista de execução.

Fez saber que já terminaram também outros projectos de carácter comunitário fora da área da energia solar, no que toca a formação e o apetrechamento de bibliotecas.

Já o director clínico do centro materno-infantil, Daniel Coxe, agradeceu a oferta dos painéis solares, pelo facto da comuna do Cabo Ledo não beneficiar de um sistema de fornecimento de energia eléctrica da rede pública.

Explicou que no centro o abastecimento é feito por fonte alternativa (gerador) que encontra-se com problemas técnicos já a duas semanas, dificultando assim o funcionamento na assistência médica aos munícipes.

Acrescentou que antes das instalações do novo sistema, o centro tinha também uma fonte solar, mas para abastecer apenas os meios de conservação das vacinas.

O centro atende diariamente entre 30 a 40 pacientes semanalmente, registando como as principais patologias o paludismo e as doenças sexualmente transmissíveis.