Taxistas suspendem paralisação da actividade

  • Pormenor de uma paragem de táxis, vulgo Candogueiros, em Luanda
Luanda – A paralisação da actividade dos taxistas, prevista para esta segunda-feira até três de Março, por alegado excesso da actuação da Polícia Nacional e mau estado das vias, foi suspensa depois de entendimento com o Governo Provincial de Luanda (GPL).

Segundo uma fonte da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), contactada pela ANGOP, a paralisação foi suspensa porque, na sexta-feira, o GPL atendeu algumas preocupações, com destaque para a reabilitação das paragens dos Congoleses e Bairro Operário, bem como a terraplanagem na estrada do Hospital do Sono e na via Viana/Zango.  

Quanto à lotação dos táxis, a fonte da ANATA mostrou-se optimista  e acredita que o próximo Decreto Presidencial irá autorizar o preenchimento das viaturas.

A fonte considera haver discriminação neste sentido, visto que os transportes colectivos têm a lotação máxima e os taxistas ficam pelos 75 por cento.

Congratulou-se por haver um abrandamento na actuação dos agentes da polícia de trânsito em relação aos taxistas, situação que agrada os associados.

Passageiros ouvidos pela ANGOP, em vários pontos de Luanda, foram unânimes em afirmar que deve haver maior diálogo e plataformas de entendimento entre o GPL e as associações dos taxistas de formas a prevenir eventuais paralisações.

Alberto João, encontrado na paragem da Macon (Golf  2), diz que ficou preocupado com o anúncio da ANATA, já que usa todos os dias o táxis para o trabalho e uma paralisação traria muitos transtornos, apelando o GPL e os taxistas que tenham mais diálogo e encontrem plataformas de entendimento que sirvam as duas partes.

Marta Luís, passageira do Avó Cumbi (Kilamba Kiaxi),  disse que as partes precisam de encontrar pontos que beneficiem ambos, vistos que os taxistas ajudam na deslocação dos passageiros e o Governo ganha com as taxas pagas pelos taxistas.

O passageiro Nzola Bunga, que se encontrava no Congolenses, mostrou-se satisfeito  pelo entendimento alcançado pelo GPL e os taxistas, esperando que, as próximas vezes, antes dos taxistas anunciarem a paralisação, esgotem todos os mecanismos de diálogo.

Maria Carlos, residente no distrito da Sapú,  apelou ao GPL que crie condições para os taxistas exercerem as sua actividade com dignidade e, por sua vez, que os taxistas se organizem para evitar transtornos nas vias que  prejudiquem os outros automobilistas.

Pedro Julião, no Largo da Maianga, sugere que sejam realizados encontros mensais ou trimestrais entre as partes para abordar os assuntos correntes e evitar rupturas.

A ANATA entende que as políticas públicas têm os excluídos, destacando, por exemplo, o problema  da inserção dos associados no sistema de segurança social e a criação de uma carteira profissional.

Segundo uma fonte da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), contactada pela ANGOP, a paralisação foi suspensa porque, na sexta-feira, o GPL atendeu algumas preocupações, com destaque para a reabilitação das paragens dos Congoleses e Bairro Operário, bem como a terraplanagem na estrada do Hospital do Sono e na via Viana/Zango.  

Quanto à lotação dos táxis, a fonte da ANATA mostrou-se optimista  e acredita que o próximo Decreto Presidencial irá autorizar o preenchimento das viaturas.

A fonte considera haver discriminação neste sentido, visto que os transportes colectivos têm a lotação máxima e os taxistas ficam pelos 75 por cento.

Congratulou-se por haver um abrandamento na actuação dos agentes da polícia de trânsito em relação aos taxistas, situação que agrada os associados.

Passageiros ouvidos pela ANGOP, em vários pontos de Luanda, foram unânimes em afirmar que deve haver maior diálogo e plataformas de entendimento entre o GPL e as associações dos taxistas de formas a prevenir eventuais paralisações.

Alberto João, encontrado na paragem da Macon (Golf  2), diz que ficou preocupado com o anúncio da ANATA, já que usa todos os dias o táxis para o trabalho e uma paralisação traria muitos transtornos, apelando o GPL e os taxistas que tenham mais diálogo e encontrem plataformas de entendimento que sirvam as duas partes.

Marta Luís, passageira do Avó Cumbi (Kilamba Kiaxi),  disse que as partes precisam de encontrar pontos que beneficiem ambos, vistos que os taxistas ajudam na deslocação dos passageiros e o Governo ganha com as taxas pagas pelos taxistas.

O passageiro Nzola Bunga, que se encontrava no Congolenses, mostrou-se satisfeito  pelo entendimento alcançado pelo GPL e os taxistas, esperando que, as próximas vezes, antes dos taxistas anunciarem a paralisação, esgotem todos os mecanismos de diálogo.

Maria Carlos, residente no distrito da Sapú,  apelou ao GPL que crie condições para os taxistas exercerem as sua actividade com dignidade e, por sua vez, que os taxistas se organizem para evitar transtornos nas vias que  prejudiquem os outros automobilistas.

Pedro Julião, no Largo da Maianga, sugere que sejam realizados encontros mensais ou trimestrais entre as partes para abordar os assuntos correntes e evitar rupturas.

A ANATA entende que as políticas públicas têm os excluídos, destacando, por exemplo, o problema  da inserção dos associados no sistema de segurança social e a criação de uma carteira profissional.