Comissão para Política Social avalia estratégia para alterações climáticas

  • Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira
Luanda - A Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros apreciou, esta quinta-feira, em Luanda, a Estratégia Nacional para as Alterações Climáticas.

Em reunião presidida pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, avaliou-se a adaptação da estratégia do país aos efeitos das alterações climáticas e com um desenvolvimento de baixo carbono, que contribua também para a erradicação da pobreza.

O plano tem o horizonte temporal 2021/2035, para orientar a acção climática a nível nacional, com o intuito de se enfrentar os efeitos das alterações climáticas e contribuir para se evitar as suas causas, colocando o país numa trajectória de desenvolvimento de baixo carbono.

Para o director Nacional do Ambiente, Giza Gaspar, que falava à imprensa, no final da 5ª reunião ordinária da Comissão, com a aprovação e adopção do documento, o Executivo, o sector privado e demais actores da sociedade civil comprometem-se no combate aos efeitos climáticos, cujas consequências afectam o desenvolvimento nacional, devido ao seu impacto negativo na economia.

Giza Gaspar acrescentou que lidar com tal desafio requer, essencialmente, reformular e adaptar as sociedades, reestruturar a economia, por forma a alcançar um objetivo global, e ter sociedades resilientes.

Defendeu, por isso, a necessidade do Executivo se fazer dotar de uma estratégia de médio e longo prazos, para que haja permanência e uma única direcção na acção colectiva dos vários actores.

Em reunião presidida pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, avaliou-se a adaptação da estratégia do país aos efeitos das alterações climáticas e com um desenvolvimento de baixo carbono, que contribua também para a erradicação da pobreza.

O plano tem o horizonte temporal 2021/2035, para orientar a acção climática a nível nacional, com o intuito de se enfrentar os efeitos das alterações climáticas e contribuir para se evitar as suas causas, colocando o país numa trajectória de desenvolvimento de baixo carbono.

Para o director Nacional do Ambiente, Giza Gaspar, que falava à imprensa, no final da 5ª reunião ordinária da Comissão, com a aprovação e adopção do documento, o Executivo, o sector privado e demais actores da sociedade civil comprometem-se no combate aos efeitos climáticos, cujas consequências afectam o desenvolvimento nacional, devido ao seu impacto negativo na economia.

Giza Gaspar acrescentou que lidar com tal desafio requer, essencialmente, reformular e adaptar as sociedades, reestruturar a economia, por forma a alcançar um objetivo global, e ter sociedades resilientes.

Defendeu, por isso, a necessidade do Executivo se fazer dotar de uma estratégia de médio e longo prazos, para que haja permanência e uma única direcção na acção colectiva dos vários actores.