Aumentam casos de violência doméstica no Lobito

Lobito – Cento e dezasseis casos de violência doméstica foram registados, de Agosto a Novembro do corrente, no município do Lobito, província de Benguela, mais 18 do que em igual período do ano transacto, apurou hoje, terça-feira, a ANGOP.

Segundo a conselheira familiar Fernanda Liapita, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, o aumento de casos teve a ver maioritariamente com a frustração por falta de emprego, o abandono familiar e o incumprimento de mesadas por parte dos pais.

“O facto de muitos casais permanecerem mais tempo juntos em casa, devido à condição imposta pela pandemia, está a originar muitas desavenças por causa de pequenos detalhes que em condições normais são resolvidas com uma simples conversa”, considerou.

Para ela, os homens são os maiores infractores, por gerirem mal, na maior parte das vezes, as situações menos boas que vão acontecendo nos seus lares, neste tempo da pandemia.

Já as crianças, acabam por ser as maiores vítimas, muitas vezes em consequência de algum comportamento desregrado, mesmo que inocente, como a chegada tardia em casa, situação que pode resultar em agressão física.

Para desencorajar estas práticas, a Acção Social, Família e Promoção da Mulher tem realizado palestras e campanhas de sensibilização, principalmente nos bairros periféricos, com ajuda de igrejas e outras instituições parceiras.

Para os teimosos, a infracção é encaminhada para o Tribunal para adoptar uma acção coerciva no sentido de obrigá-los a cumprir com as suas obrigações, de acordo com  Fernanda Liapita.

Está a decorrer desde  o dia 25 de Novembro, com término previsto para o dia 10 de Dezembro, uma campanha promovida pelo Ministério da Acção Social, com vista a minimizar os casos de violência doméstica que têm causado danos físicos e morais às famílias.

Segundo a conselheira familiar Fernanda Liapita, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, o aumento de casos teve a ver maioritariamente com a frustração por falta de emprego, o abandono familiar e o incumprimento de mesadas por parte dos pais.

“O facto de muitos casais permanecerem mais tempo juntos em casa, devido à condição imposta pela pandemia, está a originar muitas desavenças por causa de pequenos detalhes que em condições normais são resolvidas com uma simples conversa”, considerou.

Para ela, os homens são os maiores infractores, por gerirem mal, na maior parte das vezes, as situações menos boas que vão acontecendo nos seus lares, neste tempo da pandemia.

Já as crianças, acabam por ser as maiores vítimas, muitas vezes em consequência de algum comportamento desregrado, mesmo que inocente, como a chegada tardia em casa, situação que pode resultar em agressão física.

Para desencorajar estas práticas, a Acção Social, Família e Promoção da Mulher tem realizado palestras e campanhas de sensibilização, principalmente nos bairros periféricos, com ajuda de igrejas e outras instituições parceiras.

Para os teimosos, a infracção é encaminhada para o Tribunal para adoptar uma acção coerciva no sentido de obrigá-los a cumprir com as suas obrigações, de acordo com  Fernanda Liapita.

Está a decorrer desde  o dia 25 de Novembro, com término previsto para o dia 10 de Dezembro, uma campanha promovida pelo Ministério da Acção Social, com vista a minimizar os casos de violência doméstica que têm causado danos físicos e morais às famílias.