Beneficiários do Kwenda duplicam no Huambo

  • Comunidade da Cacula recebe informações sobre o Kwenda
Huambo – A previsão do número de beneficiários do Programa de Fortalecimento do Sistema de Protecção Social (Kwenda), na província do Huambo, passou de 25.649 para 54.659 famílias em condições de vulnerabilidade.

Essa informação foi prestada hoje, segunda-feira, à ANGOP, pela responsável do Fundo de Apoio Social (FAS) nesta circunscrição, Chimuma de Oliveira, explicando que o aumento deve-se  à recente inclusão do município do Londuimbali, com 29.010 famílias, que se juntam às anteriores 25.649, residentes no Mungo.

Estas famílias, disse, poderão ser contempladas com transferência social monetária, inclusão produtiva, municipalização da acção social e do cadastro único, depois de uma avaliação criteriosa do nível de vulnerabilidade de cada uma delas.

Do total previsto, informou que 53.905 famílias já foram cadastradas, com o envolvimento de 57 agentes de desenvolvimento comunitário e sanitário (ADECOS).

Chimuma de Oliveira esclareceu que as famílias seleccionadas foram consideradas vulneráveis em função de alguns requisitos, como  as condições de habitabilidade e a falta de serviços sociais básicos.

O Kwenda surge para dar resposta a um conjunto de políticas de assistência e protecção social a favor de cidadãos e famílias pobres ou em situação de maior vulnerabilidade, atribuindo para cada uma delas 25 mil Kwanzas, por trimestre.

Ao nível do país, o programa, iniciado oficialmente em Maio de 2020 e com previsão de três anos de execução, prevê abranger um milhão e 608 mil famílias, mas cada uma irá beneficiar de transferência monetária apenas por 12 meses.

Nos dois municípios, dos 11 que compõem a divisão administrativa da província do Huambo, vivem 303 mil e 76 habitantes, sendo 138 mil e 793 no Mungo e 164 mil e 283 no Londuimbali.

Essa informação foi prestada hoje, segunda-feira, à ANGOP, pela responsável do Fundo de Apoio Social (FAS) nesta circunscrição, Chimuma de Oliveira, explicando que o aumento deve-se  à recente inclusão do município do Londuimbali, com 29.010 famílias, que se juntam às anteriores 25.649, residentes no Mungo.

Estas famílias, disse, poderão ser contempladas com transferência social monetária, inclusão produtiva, municipalização da acção social e do cadastro único, depois de uma avaliação criteriosa do nível de vulnerabilidade de cada uma delas.

Do total previsto, informou que 53.905 famílias já foram cadastradas, com o envolvimento de 57 agentes de desenvolvimento comunitário e sanitário (ADECOS).

Chimuma de Oliveira esclareceu que as famílias seleccionadas foram consideradas vulneráveis em função de alguns requisitos, como  as condições de habitabilidade e a falta de serviços sociais básicos.

O Kwenda surge para dar resposta a um conjunto de políticas de assistência e protecção social a favor de cidadãos e famílias pobres ou em situação de maior vulnerabilidade, atribuindo para cada uma delas 25 mil Kwanzas, por trimestre.

Ao nível do país, o programa, iniciado oficialmente em Maio de 2020 e com previsão de três anos de execução, prevê abranger um milhão e 608 mil famílias, mas cada uma irá beneficiar de transferência monetária apenas por 12 meses.

Nos dois municípios, dos 11 que compõem a divisão administrativa da província do Huambo, vivem 303 mil e 76 habitantes, sendo 138 mil e 793 no Mungo e 164 mil e 283 no Londuimbali.