Advogados negam envolvimento da governadora do Bengo em processo-crime

Caxito – Os advogados da directora da Saúde no Bengo, Vitória Cambuanda, que se encontra suspensa, consideram difamatórias as declarações atribuídas à sua constituinte, em que alegadamente terá envolvido o nome da governadora provincial do Bengo, Mara Quiosa, num alegado desabafo com familiares a propósito do processo em que está indiciada.

Em entrevista hoje, quinta-feira, à Angop, a advogada Antonica Fety Homba, uma das mandatárias da directora provincial da Saúde do Bengo, Vitória Cambuanda, promete abrir um processo-crime por calúnia, difamação, ofensa à honra e ao bom nome contra o responsável do Site Lil Pasta News, Pedro Lauro Correia Ou Lil Pasta Sacerdote.

De acordo com a advogada, o queixado deverá provar em tribunal as declarações em que atribui à directora Vitória Cambuanda, em que dizia que se abrisse a boca a governadora Mara Quiosa também seria arguida.

“Isso é uma calúnia, difamação contra o bom nome e honra, quer da nossa constituinte quer da governadora Mara Quiosa”, esclareceu.

Afirmou que em companhia do seu colega, Humberto Xavier João, sempre estiveram em todos os actos processuais, desde o primeiro interrogatório de Victória Cambuanda e em momento algum a co-arguida fez referência ao nome da governadora Mara Quiosa.

Antonica Fety Homba disse ainda que a governadora não tem qualquer implicação nesse processo.

A directora do Gabinete Provincial da Saúde, Victória Cambuanda, foi constituída co-arguida e está indiciada por vários crimes, tornando-se inapta para o exercício de funções públicas e suspensa das suas actividades.

Em entrevista hoje, quinta-feira, à Angop, a advogada Antonica Fety Homba, uma das mandatárias da directora provincial da Saúde do Bengo, Vitória Cambuanda, promete abrir um processo-crime por calúnia, difamação, ofensa à honra e ao bom nome contra o responsável do Site Lil Pasta News, Pedro Lauro Correia Ou Lil Pasta Sacerdote.

De acordo com a advogada, o queixado deverá provar em tribunal as declarações em que atribui à directora Vitória Cambuanda, em que dizia que se abrisse a boca a governadora Mara Quiosa também seria arguida.

“Isso é uma calúnia, difamação contra o bom nome e honra, quer da nossa constituinte quer da governadora Mara Quiosa”, esclareceu.

Afirmou que em companhia do seu colega, Humberto Xavier João, sempre estiveram em todos os actos processuais, desde o primeiro interrogatório de Victória Cambuanda e em momento algum a co-arguida fez referência ao nome da governadora Mara Quiosa.

Antonica Fety Homba disse ainda que a governadora não tem qualquer implicação nesse processo.

A directora do Gabinete Provincial da Saúde, Victória Cambuanda, foi constituída co-arguida e está indiciada por vários crimes, tornando-se inapta para o exercício de funções públicas e suspensa das suas actividades.