Associação destaca literacia da mídia

Caxito – O presidente da Associação de Comunicólogos Angolanos (ACAN), André Sibi, destacou, este sábado, em Caxito, província do Bengo, a importância da literacia da mídia para medir o grau de desenvolvimento da educação da população.

Em declarações à ANGOP à margem de uma campanha sobre a Literacia da Mídia angolana, André Sibi explicou que a literacia da média é a capacidade de aceder, criar, avaliar e compreender as mensagens dos vários meios de comunicação.

Neste sentido, conforme o responsável, quando um cidadão não consegue ter acesso aos meios de comunicação social fica sem saber as políticas públicas do Estado e sobre o que se passa no país e, por conseguinte, não consegue fazer uma avaliação da situação.

Sublinhou que os meios de comunicação jogam um papel preponderante na vida e no comportamento das pessoas.

André Sibi sugeriu que se atribua o estatuto da utilidade pública à Associação de Comunicólogos Angolanos (ACAN), por ser uma instituição interessada em ajudar o Estado a trabalhar na materialização dos projectos sobre a comunicação no país.

A campanha sobre a Literacia da Mídia angolana realizada  em Caxito sob o lema “Literacia mediática, um diálogo proveitoso e necessário” serviu para a distribuição de vários títulos das Edições Novembro (Angoleme, Jornal de Angola e Jornal de Economia e Finanças), no âmbito do convénio com Edições Novembro, visando despertar ao acesso, criatividade avaliar e compreender os conteúdos dos vários meios de comunicação.

Por seu turno, o delegado provincial da ACAN no Bengo, Filipe Vuangala, disse que a campanha permitiu a interacção entre os comunicólogos e os cidadãos de Caxito, frisando que continuarão a realizações acções do género para transmitir a importância da literacia da mídia nas comunidades da província do Bengo.

A Associação de Comunicólogos Angolanos (ACAN) controla actualmente 280 filiados em 12 das 18 províncias do país.

 

 

Em declarações à ANGOP à margem de uma campanha sobre a Literacia da Mídia angolana, André Sibi explicou que a literacia da média é a capacidade de aceder, criar, avaliar e compreender as mensagens dos vários meios de comunicação.

Neste sentido, conforme o responsável, quando um cidadão não consegue ter acesso aos meios de comunicação social fica sem saber as políticas públicas do Estado e sobre o que se passa no país e, por conseguinte, não consegue fazer uma avaliação da situação.

Sublinhou que os meios de comunicação jogam um papel preponderante na vida e no comportamento das pessoas.

André Sibi sugeriu que se atribua o estatuto da utilidade pública à Associação de Comunicólogos Angolanos (ACAN), por ser uma instituição interessada em ajudar o Estado a trabalhar na materialização dos projectos sobre a comunicação no país.

A campanha sobre a Literacia da Mídia angolana realizada  em Caxito sob o lema “Literacia mediática, um diálogo proveitoso e necessário” serviu para a distribuição de vários títulos das Edições Novembro (Angoleme, Jornal de Angola e Jornal de Economia e Finanças), no âmbito do convénio com Edições Novembro, visando despertar ao acesso, criatividade avaliar e compreender os conteúdos dos vários meios de comunicação.

Por seu turno, o delegado provincial da ACAN no Bengo, Filipe Vuangala, disse que a campanha permitiu a interacção entre os comunicólogos e os cidadãos de Caxito, frisando que continuarão a realizações acções do género para transmitir a importância da literacia da mídia nas comunidades da província do Bengo.

A Associação de Comunicólogos Angolanos (ACAN) controla actualmente 280 filiados em 12 das 18 províncias do país.