Governo quer participação de empresários na expansão de rede de energia

Caxito - O governo provincial do Bengo pretende a participação do sector empresarial privado no fornecimento de energia eléctrica em zonas cinzentas da província, deu a conhecer o vice-governador provincial para o Sector Técnico e Infra-estrutura, Agostinho da Silva.

O responsável falava num encontro de esclarecimento com a direcção geral da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) e empresários locais interessados em investir no sector de energia eléctrica.

Agostinho da Silva referiu que um grupo de empresários privados investiu em algumas infra-estruturas com a instalação de Postos de Transformação (PTs) e linhas de transportação (média tensão) para resolver o problema de electricidade em diversas localidades e que necessitam de autorização  da ENDE, dentro do enquadramento das normas vigentes do país.

Segundo Agostinho da Silva, a energia desempenha um papel essencial no desenvolvimento económico e social e contribui na elevação dos padrões de qualidade de vida e de bem-estar das populações.

Apesar de muitos ganhos registados na área de energia, a província conta com ainda com muitas zonas cinzentas (sem energia eléctrica), com destaque para a Região do Triângulo que compreende os municípios dos Dembos, Bula Atumba, Pango Aluquém, bem como Nambuangongo.

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da ENDE, Hélder Adão, disse que a ENDE tem a responsabilidade de desenvolver e expandir a rede e assegurar o acesso da rede pública às populações.

Explicou que a Lei Nacional de electricidade e o regulamento de fornecimento de energia eléctrica são os dois documentos aprovados por decreto que regulam a actividade de energia eléctrica no país.

Fez saber que a lei esclarece que os PTs privados são autorizados a serem ligados a rede pública quando se justifica para uma actividade comercial ou industrial, cuja potência seja superior a 49,5 KVA.

Abaixo dessa capacidade, mesmo sendo actividade comercial ou industrial devem estar ligado na rede pública em baixa tensão.

A lei prevê ainda  a participação de privados no sector da energia na cadeia de produção e distribuição, enquanto o segmento de transporte a lei não prevê entrada de operadores privados (exclusivamente da responsabilidade do Estado).

Por essa razão, o PCA da ENDE disse esperar que os empresários privados interessados a investir no sector possam  decidir.

“Não foi tomada nenhuma decisão, os empresários foram esclarecidos sobre os regulamentos de fornecimento de electricidade, bem como informados para fazerem estudo de viabilidade e depois se pronunciarem”, sublinhou.

Sobre a dívida dos clientes com a ENDE, disse, que a empresa tem estado a negociar com as instituições pública, principais devedores, para o pagamento em prestação para evitarem corte de energia.

Hélder Adão disse estar em fase de negociação um financiamento sueco para a electrificação da região do Triângulo (Dembos, Bula Atumba e Pango Aluquém) e Nambuangongo.

O secretário da empresa Grupo Oral Tecnologia, José Joaquim, que opera nos bairros Ludy II, Amor e Cawango, disse que o encontro foi proveitoso, sublinhando que foram instalados dois PTs de 250 KVA cada para beneficiar cerca de cinco mil pessoas.  

A ANGOP apurou que no Bengo 22 mil 500 clientes da ENDE têm uma dívida avaliada em um mil milhões 700 milhões de kwanzas e prevê este ano, 300 novas ligações na comuna da Barra do Dande.

O responsável falava num encontro de esclarecimento com a direcção geral da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) e empresários locais interessados em investir no sector de energia eléctrica.

Agostinho da Silva referiu que um grupo de empresários privados investiu em algumas infra-estruturas com a instalação de Postos de Transformação (PTs) e linhas de transportação (média tensão) para resolver o problema de electricidade em diversas localidades e que necessitam de autorização  da ENDE, dentro do enquadramento das normas vigentes do país.

Segundo Agostinho da Silva, a energia desempenha um papel essencial no desenvolvimento económico e social e contribui na elevação dos padrões de qualidade de vida e de bem-estar das populações.

Apesar de muitos ganhos registados na área de energia, a província conta com ainda com muitas zonas cinzentas (sem energia eléctrica), com destaque para a Região do Triângulo que compreende os municípios dos Dembos, Bula Atumba, Pango Aluquém, bem como Nambuangongo.

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da ENDE, Hélder Adão, disse que a ENDE tem a responsabilidade de desenvolver e expandir a rede e assegurar o acesso da rede pública às populações.

Explicou que a Lei Nacional de electricidade e o regulamento de fornecimento de energia eléctrica são os dois documentos aprovados por decreto que regulam a actividade de energia eléctrica no país.

Fez saber que a lei esclarece que os PTs privados são autorizados a serem ligados a rede pública quando se justifica para uma actividade comercial ou industrial, cuja potência seja superior a 49,5 KVA.

Abaixo dessa capacidade, mesmo sendo actividade comercial ou industrial devem estar ligado na rede pública em baixa tensão.

A lei prevê ainda  a participação de privados no sector da energia na cadeia de produção e distribuição, enquanto o segmento de transporte a lei não prevê entrada de operadores privados (exclusivamente da responsabilidade do Estado).

Por essa razão, o PCA da ENDE disse esperar que os empresários privados interessados a investir no sector possam  decidir.

“Não foi tomada nenhuma decisão, os empresários foram esclarecidos sobre os regulamentos de fornecimento de electricidade, bem como informados para fazerem estudo de viabilidade e depois se pronunciarem”, sublinhou.

Sobre a dívida dos clientes com a ENDE, disse, que a empresa tem estado a negociar com as instituições pública, principais devedores, para o pagamento em prestação para evitarem corte de energia.

Hélder Adão disse estar em fase de negociação um financiamento sueco para a electrificação da região do Triângulo (Dembos, Bula Atumba e Pango Aluquém) e Nambuangongo.

O secretário da empresa Grupo Oral Tecnologia, José Joaquim, que opera nos bairros Ludy II, Amor e Cawango, disse que o encontro foi proveitoso, sublinhando que foram instalados dois PTs de 250 KVA cada para beneficiar cerca de cinco mil pessoas.  

A ANGOP apurou que no Bengo 22 mil 500 clientes da ENDE têm uma dívida avaliada em um mil milhões 700 milhões de kwanzas e prevê este ano, 300 novas ligações na comuna da Barra do Dande.