Benguela e Cuanza Sul nas páginas do jornal regional “O Litoral”

  • Presidente do Conselho de Administração das Edições Novembro, Drumond Jaime
Catumbela – Com uma periodicidade quinzenal para todo o País, o jornal regional “O Litoral”, detido pela empresa Edições Novembro, chegou, esta terça-feira, às mãos dos leitores, com informação diversificada sobre as províncias de Benguela e do Cuanza Sul.

Com 40 páginas, o novo título da Edições Novembro, que tem ainda uma edição digital ao alcance dos internautas, é o sétimo jornal regional impresso da empresa proprietária do Jornal de Angola, depois do Metropolitano de Luanda, Nkanda, Angoleme, Cinguvu, Ventos do Sul e Planalto.

Falando na cerimónia de lançamento oficial do jornal “O Litoral”, o presidente do Conselho de Administração da Edições Novembro, Drumond Jaime, admitiu que o Jornal de Angola não consegue abarcar todas as matérias importantes de todo o país, daí a criação dos jornais regionais para colmatar essa lacuna.

Afiançou que a nova publicação surge com o intuito de dinamizar a imprensa regional tendo como principal foco o retrato das potencialidades das províncias de Benguela e do Cuanza Sul, sendo uma forma de circulação de saber e informação entre os cidadãos.

Para Drumond Jaime, o novo título pretende afirmar-se como um órgão para difundir os assuntos de uma das regiões mais importantes de Angola, dada a existência de infra-estruturas fundamentais para o desenvolvimento do país, como o Corredor do Lobito, incluindo o respectivo porto de águas profundas.

Afirmou que o jornal “O Litoral” surge ainda como um veículo ao serviço da academia, para que os estudiosos possam apresentar matérias sobre a história, a sociologia, a antropologia dos povos das diferentes regiões quer de Benguela, quer do Cuanza Sul.

“Há muita coisa nossa que não é conhecida. Às vezes, ficamos a conhecê-las lá fora com uma perspectiva errada”, disse, para salientar que, com o surgimento deste meio, os naturais destas províncias poderão apresentar os seus estudos sobre a realidade dos povos.

De igual modo, pediu a que os empresários locais aproveitem a oportunidade para divulgarem os seus negócios, por via da publicidade ou das reportagens, abrindo-se aos jornalistas locais para mostrarem o que fazem e, assim, estreitar parcerias para investimentos.

Por outro lado, evocou o lançamento de outros títulos, entre os quais o jornal Nkanda para as províncias do Uíje, Zaire e Cabinda), garantindo que o objectivo é trazer à ribalta o grande potencial de todas as regiões do país.

Presente no acto, o secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, vê no lançamento de mais este título da Edições Novembro um importante instrumento para elevar o estado democrático e de direito e a afirmação da cidadania no país, principalmente nas províncias de Benguela e do Cuanza Sul.

Segundo o responsável, o jornal é também um meio para cumprir o direito de informar, de se informar e de ser informado, consagrado na Constituição da República.

Na edição número um do “O Litoral”, os leitores ficarão a conhecer sobre o concurso público internacional para a gestão do Corredor do Lobito, os detalhes da entrevista do governador do Cuanza Sul, Job Capapinha, a comemoração dos 10 anos de elevação da antiga vila da Catumbela à categoria de município, entre outros.

Com 40 páginas, o novo título da Edições Novembro, que tem ainda uma edição digital ao alcance dos internautas, é o sétimo jornal regional impresso da empresa proprietária do Jornal de Angola, depois do Metropolitano de Luanda, Nkanda, Angoleme, Cinguvu, Ventos do Sul e Planalto.

Falando na cerimónia de lançamento oficial do jornal “O Litoral”, o presidente do Conselho de Administração da Edições Novembro, Drumond Jaime, admitiu que o Jornal de Angola não consegue abarcar todas as matérias importantes de todo o país, daí a criação dos jornais regionais para colmatar essa lacuna.

Afiançou que a nova publicação surge com o intuito de dinamizar a imprensa regional tendo como principal foco o retrato das potencialidades das províncias de Benguela e do Cuanza Sul, sendo uma forma de circulação de saber e informação entre os cidadãos.

Para Drumond Jaime, o novo título pretende afirmar-se como um órgão para difundir os assuntos de uma das regiões mais importantes de Angola, dada a existência de infra-estruturas fundamentais para o desenvolvimento do país, como o Corredor do Lobito, incluindo o respectivo porto de águas profundas.

Afirmou que o jornal “O Litoral” surge ainda como um veículo ao serviço da academia, para que os estudiosos possam apresentar matérias sobre a história, a sociologia, a antropologia dos povos das diferentes regiões quer de Benguela, quer do Cuanza Sul.

“Há muita coisa nossa que não é conhecida. Às vezes, ficamos a conhecê-las lá fora com uma perspectiva errada”, disse, para salientar que, com o surgimento deste meio, os naturais destas províncias poderão apresentar os seus estudos sobre a realidade dos povos.

De igual modo, pediu a que os empresários locais aproveitem a oportunidade para divulgarem os seus negócios, por via da publicidade ou das reportagens, abrindo-se aos jornalistas locais para mostrarem o que fazem e, assim, estreitar parcerias para investimentos.

Por outro lado, evocou o lançamento de outros títulos, entre os quais o jornal Nkanda para as províncias do Uíje, Zaire e Cabinda), garantindo que o objectivo é trazer à ribalta o grande potencial de todas as regiões do país.

Presente no acto, o secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, vê no lançamento de mais este título da Edições Novembro um importante instrumento para elevar o estado democrático e de direito e a afirmação da cidadania no país, principalmente nas províncias de Benguela e do Cuanza Sul.

Segundo o responsável, o jornal é também um meio para cumprir o direito de informar, de se informar e de ser informado, consagrado na Constituição da República.

Na edição número um do “O Litoral”, os leitores ficarão a conhecer sobre o concurso público internacional para a gestão do Corredor do Lobito, os detalhes da entrevista do governador do Cuanza Sul, Job Capapinha, a comemoração dos 10 anos de elevação da antiga vila da Catumbela à categoria de município, entre outros.