Bié: Emissão gratuita de BI beneficia mais de 38 mil cidadãos

Cuito – Trinta e oito mil e 303 cidadãos beneficiaram, em 2020, de Bilhetes de Identidade (BI) de forma gratuita, ano âmbito do Programa de Massificação do Registo Civil e Atribuição do Bilhete de identidade.

Este número representa menos 734, comparado com 2019, ano em que arrancou o processo.

Além da atribuição dos BI, 98 mil e 160 crianças menores de cinco anos de idade (menos mil que 20219), consideradas vulneráveis, beneficiaram do registo, também no âmbito do mesmo programa.

Segundo o delegado provincial da justiça e direitos humanos no Bié, Mateus Balanga, em declarações hoje à Angop, os números baixaram no ano em análise devido ao surgimento da covid-19, que reduziu a força de trabalho, por conta do decreto presidencial de prevenção à propagação da pandemia.

Para esta empreitada, a delegação da Justiça e Direitos Humanos no Bié conta com 14 brigadas de registo de nascimento e três de atribuição do bilhete de identidade, que efectuaram o trabalho nas maternidades, centro materno infantes, assim como nas comunidades.

Frisou que o maior problema neste processo está relacionado com o mau estado dos troços rodoviários que dão acesso às sedes comunais, em que os brigadistas têm sido transportados em motorizas.

Neste momento, as brigadas estão a se desdobrar nas embalas e aldeias, para continuarem com a actividade, onde contam com o apoio das administrações municipais e comunais, igrejas e autoridades tradicionais, mormente no asseguramento das equipas e na sensibilização das famílias, dada a importância do processo.

Este número representa menos 734, comparado com 2019, ano em que arrancou o processo.

Além da atribuição dos BI, 98 mil e 160 crianças menores de cinco anos de idade (menos mil que 20219), consideradas vulneráveis, beneficiaram do registo, também no âmbito do mesmo programa.

Segundo o delegado provincial da justiça e direitos humanos no Bié, Mateus Balanga, em declarações hoje à Angop, os números baixaram no ano em análise devido ao surgimento da covid-19, que reduziu a força de trabalho, por conta do decreto presidencial de prevenção à propagação da pandemia.

Para esta empreitada, a delegação da Justiça e Direitos Humanos no Bié conta com 14 brigadas de registo de nascimento e três de atribuição do bilhete de identidade, que efectuaram o trabalho nas maternidades, centro materno infantes, assim como nas comunidades.

Frisou que o maior problema neste processo está relacionado com o mau estado dos troços rodoviários que dão acesso às sedes comunais, em que os brigadistas têm sido transportados em motorizas.

Neste momento, as brigadas estão a se desdobrar nas embalas e aldeias, para continuarem com a actividade, onde contam com o apoio das administrações municipais e comunais, igrejas e autoridades tradicionais, mormente no asseguramento das equipas e na sensibilização das famílias, dada a importância do processo.