Bié necessita de 40 mil milhões de kwanzas para estancar ravinas

Cuito - O Governo do Bié, centro de Angola, necessita de pelo menos quarenta mil milhões de kwanzas para estancar as 43 ravinas existentes nesta província, informou hoje à ANGOP, no Cuito, o vice-governador para o sector Técnico e Infra-estruturas, José Fernando Tchatuvela.

Destas ravinas, dez  são mais preocupantes, pelo facto de estarem próximas das populações, estradas, estações de tratamento de água e outros edifícios públicos.

José Fernando Tchatuvela, que falava sobre a problemática deste fenómeno, avançou ainda que, na eventualidade de não serem intervencionadas, as mesmas podem provocar vítimas humanas, danificar estradas e outros equipamentos sociais erguidos pelo Governo do Bié e que estão em benefício das populações.

Referiu que o Executivo, dentro do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), vai estancar duas ravinas este ano, localizadas nos bairros Boavista e Cantífulas (Cuito).

As outras oito preocupantes, localizadas nos municípios do Cuemba, Andulo, Cunhinga, Chitembo, Chinguar, Nhârea, Catabola e Camacupa, serão intervencionadas gradualmente pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

O vice-governador pontualizou ainda haver já informações seguras da intervenção de pelo menos três ou quatro ravinas pelo Ministério de tutela também este ano, de modo a reduzir o grau de perigosidade que se verifica das mesmas junto das populações desta província.

Explicou que a existência de ravinas, sobretudo, nesta parcela do país, resulta da acção humana e das condições que a natureza oferece, pelo facto do Bié ser uma região planáltica, com intensidade de chuva e o seu relevo é acidentado, o que provoca uma maior velocidade das águas em zonas baixas, com ausência de drenagem.

José Fernando Tchatuvela avançou, por outro lado, que para conter esta situação, o Governo tem vindo a contar com a participação das populações que têm vindo a plantar árvores junto das ravinas que perigam os moradores, fazendo com que as mesmas não se alastrem cada vez mais.

Desde 2019 à presente data, cinco ravinas de grandes proporções, na cidade do Cuito (Bié), que ameaçavam destruir várias infra-estruturas sociais e cortar o acesso aos bairros periféricos da circunscrição, foram estancadas pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território e o governo local.

Trata-se das ravinas do Cangangawé, arredores da cidade do Cuito, outra da estrada EN-140, que liga a cidade do Cuito à comuna do Cunje, e a ravina na estrada EN-250 junto da centralidade Horizonte do Cuito.

A empreitada compreendeu ainda o estancamento da ravina na estrada (EN-140) que liga o município do Chitembo à cidade de Menongue (Cuando Cubango).

Já o Governo local estancou a ravina que ameaçava demolir as 100 casas sociais do município do Cunhinga, a 30 quilómetros a Norte da cidade do Cuito.

Para o efeito, o Ministério investiu mais de dois mil milhões de kwanzas para extinguir  as ravinas e reconstruir as zonas afectadas pelo fenómeno na província do Bié.

Destas ravinas, dez  são mais preocupantes, pelo facto de estarem próximas das populações, estradas, estações de tratamento de água e outros edifícios públicos.

José Fernando Tchatuvela, que falava sobre a problemática deste fenómeno, avançou ainda que, na eventualidade de não serem intervencionadas, as mesmas podem provocar vítimas humanas, danificar estradas e outros equipamentos sociais erguidos pelo Governo do Bié e que estão em benefício das populações.

Referiu que o Executivo, dentro do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), vai estancar duas ravinas este ano, localizadas nos bairros Boavista e Cantífulas (Cuito).

As outras oito preocupantes, localizadas nos municípios do Cuemba, Andulo, Cunhinga, Chitembo, Chinguar, Nhârea, Catabola e Camacupa, serão intervencionadas gradualmente pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

O vice-governador pontualizou ainda haver já informações seguras da intervenção de pelo menos três ou quatro ravinas pelo Ministério de tutela também este ano, de modo a reduzir o grau de perigosidade que se verifica das mesmas junto das populações desta província.

Explicou que a existência de ravinas, sobretudo, nesta parcela do país, resulta da acção humana e das condições que a natureza oferece, pelo facto do Bié ser uma região planáltica, com intensidade de chuva e o seu relevo é acidentado, o que provoca uma maior velocidade das águas em zonas baixas, com ausência de drenagem.

José Fernando Tchatuvela avançou, por outro lado, que para conter esta situação, o Governo tem vindo a contar com a participação das populações que têm vindo a plantar árvores junto das ravinas que perigam os moradores, fazendo com que as mesmas não se alastrem cada vez mais.

Desde 2019 à presente data, cinco ravinas de grandes proporções, na cidade do Cuito (Bié), que ameaçavam destruir várias infra-estruturas sociais e cortar o acesso aos bairros periféricos da circunscrição, foram estancadas pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território e o governo local.

Trata-se das ravinas do Cangangawé, arredores da cidade do Cuito, outra da estrada EN-140, que liga a cidade do Cuito à comuna do Cunje, e a ravina na estrada EN-250 junto da centralidade Horizonte do Cuito.

A empreitada compreendeu ainda o estancamento da ravina na estrada (EN-140) que liga o município do Chitembo à cidade de Menongue (Cuando Cubango).

Já o Governo local estancou a ravina que ameaçava demolir as 100 casas sociais do município do Cunhinga, a 30 quilómetros a Norte da cidade do Cuito.

Para o efeito, o Ministério investiu mais de dois mil milhões de kwanzas para extinguir  as ravinas e reconstruir as zonas afectadas pelo fenómeno na província do Bié.