Bié reduz casos de violência doméstica

Cuito – Noventa e cinco pessoas, das quais 69 do sexo feminino e 26 do sexo masculino, foram vítimas de violência doméstica no Bié, nos últimos dez meses, menos 89 casos em relação a igual período de 2019.

A informação foi avançada hoje (quarta-feira) à Angop, no Cuito, pela directora do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade de Género, Deolinda Gonçalves, no acto que marcou a abertura da Jornada dos 16 Dias de Activismo Contra a Violência no Género.

As pessoas foram vítimas de agressões físicas, verbal e sexual. Do aludido número, 92 foram resolvidos e três transferidos para a Procuradoria-Geral República (PGR).

Deolinda Belvina Gonçalves afirmou que a diminuição dos casos de violência é fruto das campanhas anteriores de sensibilização das comunidades sobre os efeitos negativos que a mesma pode causar, tendo apelado a sociedade a continuar na denúncia de casos de género.

Pediu o apoio das mulheres para reforçar o diálogo, visando fortalecer a estrutura das famílias sobretudo educando os filhos com valores que ajudem a ter uma conduta saudável na fase adulta.

Informou que a instituição continua a trabalhar com as igrejas, organizações partidárias, Polícia Nacional e outros, no aconselhamento das famílias, através de palestras sobre as consequências da violência doméstica, visando desencorajar os possíveis infractores.

A Campanha decorre sob lema: "Pintar o mundo de Laranja, Financie, Realize, Previna e Recolha Dados".

 

A informação foi avançada hoje (quarta-feira) à Angop, no Cuito, pela directora do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade de Género, Deolinda Gonçalves, no acto que marcou a abertura da Jornada dos 16 Dias de Activismo Contra a Violência no Género.

As pessoas foram vítimas de agressões físicas, verbal e sexual. Do aludido número, 92 foram resolvidos e três transferidos para a Procuradoria-Geral República (PGR).

Deolinda Belvina Gonçalves afirmou que a diminuição dos casos de violência é fruto das campanhas anteriores de sensibilização das comunidades sobre os efeitos negativos que a mesma pode causar, tendo apelado a sociedade a continuar na denúncia de casos de género.

Pediu o apoio das mulheres para reforçar o diálogo, visando fortalecer a estrutura das famílias sobretudo educando os filhos com valores que ajudem a ter uma conduta saudável na fase adulta.

Informou que a instituição continua a trabalhar com as igrejas, organizações partidárias, Polícia Nacional e outros, no aconselhamento das famílias, através de palestras sobre as consequências da violência doméstica, visando desencorajar os possíveis infractores.

A Campanha decorre sob lema: "Pintar o mundo de Laranja, Financie, Realize, Previna e Recolha Dados".