Bispo tocoista apela jovens a preservarem bens públicos

 Luanda  - O bispo da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo (Tocoista), Afonso Nunes,  apelou, neste domingo, para a necessidade de os jovens  preservarem os bens públicos e contribuírem no resgate dos valores cívicos e morais.

O líder religioso fez este pronunciamento no culto de acção de graças em alusão ao 47º aniversário da institucionalização do  dia da  Juventude Tocoísta que se assinala a 31 de Janeiro.

De acordo com o bispo, a juventude deve ser aquela que  constrói e preserva os bens públicos e contribui com acções que visam o bem-estar das  populações, tanto do ponto de vista material como espiritual. Criticou os que enveredam para o vandalismo, criminalidade e outros males prejudiciais à boa  convivência.

“Não podemos ter jovens que se transformam em vândalos ou em gente desonesta, por isso colocamos a responsabilidade na juventude convertida para procurar converter a outra que ainda se encontra em caminhos que em nada dignificam a sociedade”, realçou.

Para Afonso Nunes, é triste quando se anda pelas cidades e se encontram separadores e postes de energia eléctrica destruídos,  frisando  que “caso se  continue  assim, não se vai ter emprego para ninguém porque o dinheiro que poderia servir para outras acções terá de ser reinvestido na recuperação dos bens destruídos”.

À margem do culto, questionado sobre os factos ocorridos na madrugada de sábado na localidade de Cafunfo, província da Lunda Norte, onde 300 elementos atacaram uma esquadra policial, pediu para as  partes enveredarem para o diálogo, enquanto se averigua a ocorrência.    

O líder religioso fez este pronunciamento no culto de acção de graças em alusão ao 47º aniversário da institucionalização do  dia da  Juventude Tocoísta que se assinala a 31 de Janeiro.

De acordo com o bispo, a juventude deve ser aquela que  constrói e preserva os bens públicos e contribui com acções que visam o bem-estar das  populações, tanto do ponto de vista material como espiritual. Criticou os que enveredam para o vandalismo, criminalidade e outros males prejudiciais à boa  convivência.

“Não podemos ter jovens que se transformam em vândalos ou em gente desonesta, por isso colocamos a responsabilidade na juventude convertida para procurar converter a outra que ainda se encontra em caminhos que em nada dignificam a sociedade”, realçou.

Para Afonso Nunes, é triste quando se anda pelas cidades e se encontram separadores e postes de energia eléctrica destruídos,  frisando  que “caso se  continue  assim, não se vai ter emprego para ninguém porque o dinheiro que poderia servir para outras acções terá de ser reinvestido na recuperação dos bens destruídos”.

À margem do culto, questionado sobre os factos ocorridos na madrugada de sábado na localidade de Cafunfo, província da Lunda Norte, onde 300 elementos atacaram uma esquadra policial, pediu para as  partes enveredarem para o diálogo, enquanto se averigua a ocorrência.