BM financia projecto de abastecimento de água no Lubango

  • Huíla: Vista parcial da cidade do Lubango
Lubango – O Banco Mundial (BM) vai disponibilizar, ainda este ano, cinco milhões, 993 mil e 554,49 dólares norte-americanos para a construção de 140 quilómetros de rede de distribuição de água potável na cidade do Lubango, província da Huíla.

O plano tem que ver com a retoma do Projecto de Desenvolvimento Institucional no Sector das Àguas (PDISA II), paralisado há mais de dois anos e contempla a construção de furos, bem como novos reservatórios no aquífero da Senhora do Monte.

Ao todo, o financiamento vai permitir efectuar 20 mil novas ligações domiciliares na parte urbana e periurbana da capital da Huíla.

A cidade do Lubango regista, desde Setembro de 2020, um défice de produção de água potável na ordem dos 60 por cento, a partir das nascentes da Nossa Senhora do Monte e da Tundavala, forçando restrições que chegam a durar mais de 72 horas e que afectam 24 mil pessoas. 

A produção está agora fixada a 800 mil metros cúbicos/hora, quando as necessidades apontam para um milhão e 200 mil.

A situação é provocada pelo baixo caudal nas três fontes, as nascentes da Nossa Senhora do Monte, Tundavala e Calúmue.

Falando, hoje, à imprensa, o ministro de energia e águas, João Baptista Borges, que trabalha na Huíla desde quinta-feira, disse que intenção é minimizar a carência na cidade do Lubango, tendo em vista o aumento da densidade demográfica.

Fez saber que a mesma situação ocorre na centralidade da Quilemba, onde a falta de água é constante, daí que estudos estão a ser feitos para que o único bloco (U) habitado, possa ter o fornecimento regular, o que será ultrapassado com a disponibilidade de energia eléctrica.

Avançou que um outro programa de água está em execução no município da Cacula, a 85 quilómetros a norte do Lubango, orçado em 14 milhões, 300 mil e 150 kwanzas.

Já em Caluquembe, a 193 quilómetros a norte do Lubango, também já foi celebrado o contrato para a construção do sistema de abastecimento de água, no âmbito de um  financiamento dos Eurobonds no valor de sete mil milhões, 354 milhões 486 mil e 756 kwanzas.

Quanto aos municípios de Chipindo, Cuvango, Matala e Jamba, João Baptista Borges fez saber que foram já celebrados contratos para a construção de sistema de águas avaliados, no geral, quatro mil milhões, 63 milhões 815 mil e 426 kwanzas.

 

O plano tem que ver com a retoma do Projecto de Desenvolvimento Institucional no Sector das Àguas (PDISA II), paralisado há mais de dois anos e contempla a construção de furos, bem como novos reservatórios no aquífero da Senhora do Monte.

Ao todo, o financiamento vai permitir efectuar 20 mil novas ligações domiciliares na parte urbana e periurbana da capital da Huíla.

A cidade do Lubango regista, desde Setembro de 2020, um défice de produção de água potável na ordem dos 60 por cento, a partir das nascentes da Nossa Senhora do Monte e da Tundavala, forçando restrições que chegam a durar mais de 72 horas e que afectam 24 mil pessoas. 

A produção está agora fixada a 800 mil metros cúbicos/hora, quando as necessidades apontam para um milhão e 200 mil.

A situação é provocada pelo baixo caudal nas três fontes, as nascentes da Nossa Senhora do Monte, Tundavala e Calúmue.

Falando, hoje, à imprensa, o ministro de energia e águas, João Baptista Borges, que trabalha na Huíla desde quinta-feira, disse que intenção é minimizar a carência na cidade do Lubango, tendo em vista o aumento da densidade demográfica.

Fez saber que a mesma situação ocorre na centralidade da Quilemba, onde a falta de água é constante, daí que estudos estão a ser feitos para que o único bloco (U) habitado, possa ter o fornecimento regular, o que será ultrapassado com a disponibilidade de energia eléctrica.

Avançou que um outro programa de água está em execução no município da Cacula, a 85 quilómetros a norte do Lubango, orçado em 14 milhões, 300 mil e 150 kwanzas.

Já em Caluquembe, a 193 quilómetros a norte do Lubango, também já foi celebrado o contrato para a construção do sistema de abastecimento de água, no âmbito de um  financiamento dos Eurobonds no valor de sete mil milhões, 354 milhões 486 mil e 756 kwanzas.

Quanto aos municípios de Chipindo, Cuvango, Matala e Jamba, João Baptista Borges fez saber que foram já celebrados contratos para a construção de sistema de águas avaliados, no geral, quatro mil milhões, 63 milhões 815 mil e 426 kwanzas.