Bombeiros querem unificar procedimetos

Lubango - Especialistas de supervisão de bombeiros privativos e voluntários do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB) da região sul participam no primeiro seminário de uniformização dos procedimentos no exercício da actividade.

Promovido pela Direcção de Supervisão de Bombeiros Privativos Voluntários (DSBPV), no evento, que termina terça-feira, participam quadros da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango participam, no Lubango,

O mesmo visa igualmente aprofundar os conhecimentos dos formandos para uma actuação e gestão eficaz.

 A DSBPV, no âmbito das suas atribuições, tem registado um desalinhamento no exercício da formação de brigadistas contra incêndios no sector público e privado, referente a cobrança de taxas em atropelo ao decreto Executivo conjunto 81/09, de 13 de Agosto, dos ministérios do Interior e das Finanças. 

Falando no seminário, o chefe do departamento em exercício de Instrução e Habilitação da DSBPV, sub-inspector Filipe Teixeira, declarou que há falta de fluidez da informação na área de especialidade por parte dos representantes provinciais, daí a promoção desta formação.

“A falta de formação constitui um dos principais problemas que encontram na área de especialidade. O conteúdo  vai unificar as actividades específicas da especialidade, como os bombeiros privativos, voluntários e as brigadas contra incêndio”, disse.

Por sua vez, o Comandante do SPCB na Huíla, comissário José Catraio, afirmou que a intervenção primária deve estar nas causas e não nos efeitos, devendo estar todos preparados para intervir e prevenir em casos de situações adversas.

Fez saber que a acção para além de uniformizar os currículos de brigadas contra incêndios, os custos de formação e procedimentos no domínio dos bombeiros privativos, vai muni-los de ferramentas que permitam ter domínio de missão e princípios que norteiam o funcionamento da direcção.

 Pretendem ainda com o seminário, definir os modelos de controlo,forças e meios dos bombeiros privativos, incentivar a cooperação permanente e actuação conjunta com os demais órgão executivos, actualizar a metodologia sobre a elaboração dos planos de actividade relatórios de balanço mensal, trimestral e anual, entre outros.

 A nível do país a DSBPV controla 34 guarnições de bombeiros privativos e 622 bombeiros privados, duas associações legalizadas de bombeiros voluntários, 11 mil e 161 brigadistas, dos quais mil e 64 são contra incêndios.

Já a Huíla controla 14 bombeiros voluntários, 65 privativos e 550 brigadistas contra incêndios.

 A Direcção de Supervisão de Bombeiros Privativos Voluntários (DSBPV) é um órgão executivo central, cuja missão é supervisionar as actividades dos bombeiros privativos e criação de brigadas de bombeiros voluntários, assim como coordenar as suas actividades.

 

Promovido pela Direcção de Supervisão de Bombeiros Privativos Voluntários (DSBPV), no evento, que termina terça-feira, participam quadros da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango participam, no Lubango,

O mesmo visa igualmente aprofundar os conhecimentos dos formandos para uma actuação e gestão eficaz.

 A DSBPV, no âmbito das suas atribuições, tem registado um desalinhamento no exercício da formação de brigadistas contra incêndios no sector público e privado, referente a cobrança de taxas em atropelo ao decreto Executivo conjunto 81/09, de 13 de Agosto, dos ministérios do Interior e das Finanças. 

Falando no seminário, o chefe do departamento em exercício de Instrução e Habilitação da DSBPV, sub-inspector Filipe Teixeira, declarou que há falta de fluidez da informação na área de especialidade por parte dos representantes provinciais, daí a promoção desta formação.

“A falta de formação constitui um dos principais problemas que encontram na área de especialidade. O conteúdo  vai unificar as actividades específicas da especialidade, como os bombeiros privativos, voluntários e as brigadas contra incêndio”, disse.

Por sua vez, o Comandante do SPCB na Huíla, comissário José Catraio, afirmou que a intervenção primária deve estar nas causas e não nos efeitos, devendo estar todos preparados para intervir e prevenir em casos de situações adversas.

Fez saber que a acção para além de uniformizar os currículos de brigadas contra incêndios, os custos de formação e procedimentos no domínio dos bombeiros privativos, vai muni-los de ferramentas que permitam ter domínio de missão e princípios que norteiam o funcionamento da direcção.

 Pretendem ainda com o seminário, definir os modelos de controlo,forças e meios dos bombeiros privativos, incentivar a cooperação permanente e actuação conjunta com os demais órgão executivos, actualizar a metodologia sobre a elaboração dos planos de actividade relatórios de balanço mensal, trimestral e anual, entre outros.

 A nível do país a DSBPV controla 34 guarnições de bombeiros privativos e 622 bombeiros privados, duas associações legalizadas de bombeiros voluntários, 11 mil e 161 brigadistas, dos quais mil e 64 são contra incêndios.

Já a Huíla controla 14 bombeiros voluntários, 65 privativos e 550 brigadistas contra incêndios.

 A Direcção de Supervisão de Bombeiros Privativos Voluntários (DSBPV) é um órgão executivo central, cuja missão é supervisionar as actividades dos bombeiros privativos e criação de brigadas de bombeiros voluntários, assim como coordenar as suas actividades.