Burlas causam danos de 200 milhões de Kwanzas em três meses

  • Centro da cidade do Lubango
Lubango – Duzentos milhões de Kwanzas é o montante total burlado de Janeiro a Março do ano em curso na província da Huíla, 22 milhões dos quais recuperados e devolvidos aos seus proprietários.

No período homólogo de 2020, os prejuízos fixaram-se em 17 milhões, ano em que foram recuperados somente dois milhões, de um total de 49 ocorrências do género, que resultaram na detenção de sete cidadãos, a abertura 49 processos-crime e a instrução de 47.

A informação foi avançada hoje, segunda-feira, no Lubango pelo porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC) da Huíla, Sebastião Vika, declarando que no primeiro trimetre foram registadas 107 crimes de burlas, o que permitiu a detenção de 39 cidadãos como sendo presumíveis autores e foram instruídos 98 processos-crime.

Afirmou que os referidos actos ocorrem com maior incidência no período em que se regista o pagamento de salários da função pública, através do espaço virtual, portas agências bancárias e nos ATM.

Para reduzir esses actos criminosos, informou que o SIC tem concertados com vários organismos financeiros e segurança pública o reforço de efectivo em pontos catalogados como sendo os preferências pelos meliantes.

Destacou ser uma tendência actual dos marginais, tendo em conta a inclusão gradual dos canais tecnológicos para desafogar a pressão sobre os serviços bancários e não só, uma matéria que muitos cidadãos ainda detêm pouco conhecimento, tornando-os mais vulneráveis a esses esquemas de burla.

 

No período homólogo de 2020, os prejuízos fixaram-se em 17 milhões, ano em que foram recuperados somente dois milhões, de um total de 49 ocorrências do género, que resultaram na detenção de sete cidadãos, a abertura 49 processos-crime e a instrução de 47.

A informação foi avançada hoje, segunda-feira, no Lubango pelo porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC) da Huíla, Sebastião Vika, declarando que no primeiro trimetre foram registadas 107 crimes de burlas, o que permitiu a detenção de 39 cidadãos como sendo presumíveis autores e foram instruídos 98 processos-crime.

Afirmou que os referidos actos ocorrem com maior incidência no período em que se regista o pagamento de salários da função pública, através do espaço virtual, portas agências bancárias e nos ATM.

Para reduzir esses actos criminosos, informou que o SIC tem concertados com vários organismos financeiros e segurança pública o reforço de efectivo em pontos catalogados como sendo os preferências pelos meliantes.

Destacou ser uma tendência actual dos marginais, tendo em conta a inclusão gradual dos canais tecnológicos para desafogar a pressão sobre os serviços bancários e não só, uma matéria que muitos cidadãos ainda detêm pouco conhecimento, tornando-os mais vulneráveis a esses esquemas de burla.