Preços dos combustíveis disparam em Caluquembe e Caconda

  • Bombas de combustível da Sonangol (ARQUIVO)
Lubango – Os preços da gasolina e do gasóleo, nos municípios de Caluquembe e Caconda, províncias da Huíla, subiram acima dos cem por cento no mercado informal, nas duas últimas semanas, por falhas no reabastecimento dos postos de combustíveis.

A gasolina, que oficialmente custa 160 Kwanzas (AKz), passou para 750 e o gasóleo de AKz 135 para 400.  

Cada um desses municípios possui apenas um posto de combustível, que recebe semanalmente três carregamentos de 90 mil litros, mas há 14 dias não acontece com regularidade, ou seja, receberam somente dois fornecimentos quando deviam ser seis.

A situação leva as bombas a funcionar no limite, guardando somente algumas reservas para serviços estratégicos, como hospitais e geradores públicos, deixando centenas de munícipes perfilados, alguns dos quais pernoitando na esperança de obter os derivados do petróleo.

Tal situação, influenciou também a alteração do preço da corrida do táxi nas duas circunscrições.

Marcos Abel, outro automobilista, afirmou que a situação fez disparar  o preço da corrida de táxi para o Lubango de mil para dois mil kwanzas.

Gabriel Matunto, moto-taxista em Caluquembe, disse que aguarda há seis horas para reabastecer a sua motorizada, mas não há explicações sobre o que realmente se passa.

 Em Caconda, a 60 quilómetros de Caluquembe, a situação é a mesma e alguns estão a recorrer à vizinha província da Huambo para obter o combustível e revendê-lo no município a preços especulativos, conforme disse o camionista Paulo Seredo, confinado há quatro dias na municipalidade devido à falta de gasóleo.

Uma fonte do Sonangol Distribuidora no Lubango, que pediu anonimato, frisou que os constantes desabamentos da ponte sobre o rio Eyumbi, impedem que as viaturas pesadas cheguem a Caconda com regularidade, já que as intensas chuvas tornaram quase intransitável a passagem alternativa criada na zona.

Disse ter conhecimento de que ainda esta terça-feira a situação possa ser normalizada, já que nos restantes municípios não há problemas.

Caluquembe fica a 193 quilómetros a norte do Lubango, enquanto Caconda a 230 quilómetros.

A gasolina, que oficialmente custa 160 Kwanzas (AKz), passou para 750 e o gasóleo de AKz 135 para 400.  

Cada um desses municípios possui apenas um posto de combustível, que recebe semanalmente três carregamentos de 90 mil litros, mas há 14 dias não acontece com regularidade, ou seja, receberam somente dois fornecimentos quando deviam ser seis.

A situação leva as bombas a funcionar no limite, guardando somente algumas reservas para serviços estratégicos, como hospitais e geradores públicos, deixando centenas de munícipes perfilados, alguns dos quais pernoitando na esperança de obter os derivados do petróleo.

Tal situação, influenciou também a alteração do preço da corrida do táxi nas duas circunscrições.

Marcos Abel, outro automobilista, afirmou que a situação fez disparar  o preço da corrida de táxi para o Lubango de mil para dois mil kwanzas.

Gabriel Matunto, moto-taxista em Caluquembe, disse que aguarda há seis horas para reabastecer a sua motorizada, mas não há explicações sobre o que realmente se passa.

 Em Caconda, a 60 quilómetros de Caluquembe, a situação é a mesma e alguns estão a recorrer à vizinha província da Huambo para obter o combustível e revendê-lo no município a preços especulativos, conforme disse o camionista Paulo Seredo, confinado há quatro dias na municipalidade devido à falta de gasóleo.

Uma fonte do Sonangol Distribuidora no Lubango, que pediu anonimato, frisou que os constantes desabamentos da ponte sobre o rio Eyumbi, impedem que as viaturas pesadas cheguem a Caconda com regularidade, já que as intensas chuvas tornaram quase intransitável a passagem alternativa criada na zona.

Disse ter conhecimento de que ainda esta terça-feira a situação possa ser normalizada, já que nos restantes municípios não há problemas.

Caluquembe fica a 193 quilómetros a norte do Lubango, enquanto Caconda a 230 quilómetros.