Cândida Teixeira acredita em maior representatividade feminina

  • Embaixadora de Angola em Cuba, Cândida Teixeira
Havana – A embaixadora de Angola em Cuba, Maria Cândida Pereira Teixeira, perspectivou, em Havana, o aumento da representatividade das mulheres no Executivo Angolano em 50 por cento nos próximos tempos.

Em entrevista à revista “Mujeres” (Mulheres), da Federação das Mulheres Cubanas, a propósito da jornada Março-Mulher, Cândida Teixeira disse que “com a demonstração de competência e dedicação das mulheres angolanas não será tarefa difícil alcançar a cifra de 50 por cento”. 

De acordo com uma nota da embaixada de Angola em Cuba, na entrevista, a diplomata reconhece o empenho do Governo angolano, em particular do Presidente João Lourenço, em “permitir e confiar cargos políticos do mais alto nível da estrutura governamental a mulhres, com uma representatividade de 30,4 por”.

Apontou alguns exemplos de mulheres a ocupar cargos no Governo, como auxiliares do titular do Poder Executivo, designadamente a ministra de Estado para a Área Social, as ministras das Finanças, da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, da Educação, da Accão Social, Família e Promoção da Mulher, da Juventude e Desportos, bem como várias secretárias de Estado.

Sobre os actuais desafios da mulher angolana, considerou a necessidade de continuar a assegurar uma presença mais equitativa no processo de tomada de decisões políticas e uma abordagem sensível das questões do género na elaboração do Orçamento Geral do Estado.

De igual modo, apontou a necessidade de se apoiar a advocacia no Parlamento, através da Rede de Mulheres Parlamentares, para monitorizar, dialogar e promover as questões do género e avançar com o processo de orçamentação nessa perspectiva, entre outras acções.

A embaixadora abordou também a importância das várias organizações e movimentos sociais nacionais que trabalham em questões do género e os que lutam pela emancipação da mulher angolana, na busca de uma maior inclusão nas dimensões política, económica, profissional, social e cultural.

Sobre as relações com Cuba, recorda que tem ajudado a salvar vidas em Angola, constituindo uma “peça fundamental” na conquista da independência e desempenhando um papel importante no pós-independência, no que concerne à manutenção e defesa da soberania e ao desenvolvimento do país em várias vertentes, principalmente na educação e saúde.

Em entrevista à revista “Mujeres” (Mulheres), da Federação das Mulheres Cubanas, a propósito da jornada Março-Mulher, Cândida Teixeira disse que “com a demonstração de competência e dedicação das mulheres angolanas não será tarefa difícil alcançar a cifra de 50 por cento”. 

De acordo com uma nota da embaixada de Angola em Cuba, na entrevista, a diplomata reconhece o empenho do Governo angolano, em particular do Presidente João Lourenço, em “permitir e confiar cargos políticos do mais alto nível da estrutura governamental a mulhres, com uma representatividade de 30,4 por”.

Apontou alguns exemplos de mulheres a ocupar cargos no Governo, como auxiliares do titular do Poder Executivo, designadamente a ministra de Estado para a Área Social, as ministras das Finanças, da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, da Educação, da Accão Social, Família e Promoção da Mulher, da Juventude e Desportos, bem como várias secretárias de Estado.

Sobre os actuais desafios da mulher angolana, considerou a necessidade de continuar a assegurar uma presença mais equitativa no processo de tomada de decisões políticas e uma abordagem sensível das questões do género na elaboração do Orçamento Geral do Estado.

De igual modo, apontou a necessidade de se apoiar a advocacia no Parlamento, através da Rede de Mulheres Parlamentares, para monitorizar, dialogar e promover as questões do género e avançar com o processo de orçamentação nessa perspectiva, entre outras acções.

A embaixadora abordou também a importância das várias organizações e movimentos sociais nacionais que trabalham em questões do género e os que lutam pela emancipação da mulher angolana, na busca de uma maior inclusão nas dimensões política, económica, profissional, social e cultural.

Sobre as relações com Cuba, recorda que tem ajudado a salvar vidas em Angola, constituindo uma “peça fundamental” na conquista da independência e desempenhando um papel importante no pós-independência, no que concerne à manutenção e defesa da soberania e ao desenvolvimento do país em várias vertentes, principalmente na educação e saúde.