Chuva causa transtorno rodoviário em Luanda

  • Chuva dificulta a circulação de viaturas em Viana
Luanda – O transbordo de lagoas e de bacias de retenção, a queda de árvores, dificuldades de circulação rodoviária em diversas ruas, com destaque para a Avenida 21 de Janeiro e alguns troços da Fidel Castro, são as consequências da forte chuva que caiu, de forma intermitente, na província de Luanda.

De acordo com fonte do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, em declarações à ANGOP, a estrada de serviço da 21 de Janeiro está fechada, pois a água arrastou grandes quantidades de lixo, impedindo a circulação automóvel naquela via.

Segundo a fonte, apesar da duração da chuva que, em algumas zonas teve inicio às 21h00  de domingo e se estendeu até as 8h00 desta segunda-feira, a  situação não é crítica, tal como ocorreu no temporal do dia 19 de Abril que causou 19 vítimas mortais e mais de duas mil famílias desabrigadas.

“ A chuva de hoje inundou residências, em número não determinado, em zonas tradicionais, causou a queda de árvores, dificuldades de locomoção de pessoas e de viaturas nos bairros e longos engarrafamentos nas principais vias”, esclareceu.      

Na província de Luanda são zonas tradicionais, que ficam afectadas sempre que chove,  os bairros Havemos de Voltar (Malanjinho), Rastas, Golf I, Lixeira, na sub zona 10 (no limite com o Catintom) e zona da Ponte Molhada, Benfica, Dangereux, Cambamba e Cambamba 2 e Honga, nos municípios do Kilamba Kiaxi e o Talatona 

Em Cacuaco, os bairros do Distrito sede, Pescadores, Cerâmica, Garcia, Emmanuel, Bate-chapa, entrada da Barra do Bengo, Kicolo, Boa Esperança e a zona agrícola da Funda são as zonas mais criticas quando chove.

O Cazenga regista geralmente estragos, quando chove, nos bairros da BCA, Tunga Ngó, Asa Branca, Aviários, arredores das Bacias Tio Kimbundo e Tio Mabululo.

A rotunda da Igreja Católica, os bairros da Estalagem, Baixa de Kassanje, KM9, KM12A, parte do Porto Seco, Zango 1 junto do centro de distribuição da EPAL, Sanzala, são as zonas criticas de Viana.

O município de Belas regista inundações de residências nos bairros das Salinas, Morro dos Veados, Mundial e Vila Verde e zona de Cabolombo.

 

 

De acordo com fonte do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, em declarações à ANGOP, a estrada de serviço da 21 de Janeiro está fechada, pois a água arrastou grandes quantidades de lixo, impedindo a circulação automóvel naquela via.

Segundo a fonte, apesar da duração da chuva que, em algumas zonas teve inicio às 21h00  de domingo e se estendeu até as 8h00 desta segunda-feira, a  situação não é crítica, tal como ocorreu no temporal do dia 19 de Abril que causou 19 vítimas mortais e mais de duas mil famílias desabrigadas.

“ A chuva de hoje inundou residências, em número não determinado, em zonas tradicionais, causou a queda de árvores, dificuldades de locomoção de pessoas e de viaturas nos bairros e longos engarrafamentos nas principais vias”, esclareceu.      

Na província de Luanda são zonas tradicionais, que ficam afectadas sempre que chove,  os bairros Havemos de Voltar (Malanjinho), Rastas, Golf I, Lixeira, na sub zona 10 (no limite com o Catintom) e zona da Ponte Molhada, Benfica, Dangereux, Cambamba e Cambamba 2 e Honga, nos municípios do Kilamba Kiaxi e o Talatona 

Em Cacuaco, os bairros do Distrito sede, Pescadores, Cerâmica, Garcia, Emmanuel, Bate-chapa, entrada da Barra do Bengo, Kicolo, Boa Esperança e a zona agrícola da Funda são as zonas mais criticas quando chove.

O Cazenga regista geralmente estragos, quando chove, nos bairros da BCA, Tunga Ngó, Asa Branca, Aviários, arredores das Bacias Tio Kimbundo e Tio Mabululo.

A rotunda da Igreja Católica, os bairros da Estalagem, Baixa de Kassanje, KM9, KM12A, parte do Porto Seco, Zango 1 junto do centro de distribuição da EPAL, Sanzala, são as zonas criticas de Viana.

O município de Belas regista inundações de residências nos bairros das Salinas, Morro dos Veados, Mundial e Vila Verde e zona de Cabolombo.