Chuva desaloja mais de 12 mil pessoas no Moxico

  • Moxico: Hospital destruido pelas chuvas
Luena – Mais de 12 mil pessoas ficaram desalojadas e duas mil e 500 residências destruídas, na província do Moxico, durante a época chuvosa terminada a 15 do corrente mès.

Durante a época chuvosa, a província registou um aumento de 541 casas destruídas pela chuva, em comparação ao ano anterior, sendo que 675 desabaram totalmente, causando a morte de cinco pessoas e 14 feridos.

Os dados foram avançados hoje, segunda-feira, à ANGOP, pelo porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, no Moxico, Domingos Cajimoto, tendo afirmado que as chuvas causaram igualmente o desabamento de cinco escolas, seis igrejas e a destruição total do Hospital Municipal do Luau.

Apontou que os municípios do Luau, com mil 308 casas e instituições destruídas, seguido dos do Alto Zambeze e Moxico (sede), com 335 e 255, respectivamente, foram as regiões mais assoladas pelo fenómeno.

Por outro lado, o responsável disse que as chuvas aceleraram a progressão de 33, das 47, ravinas existentes na província, colocando em risco e em perigo mais de 700 famílias e infra-estruturas sociais.

Segundo o porta-voz, a sede da província tem 21 ravinas em progressão, seguida do Luau e do Luacano, com nove e três, respectivamente.

Durante a época chuvosa, a Comissão Provincial de Protecção Civil e Bombeiros prestou assistência a centenas de famílias vulneráveis, com a entrega de bens da cesta básica.

Durante a época chuvosa, a província registou um aumento de 541 casas destruídas pela chuva, em comparação ao ano anterior, sendo que 675 desabaram totalmente, causando a morte de cinco pessoas e 14 feridos.

Os dados foram avançados hoje, segunda-feira, à ANGOP, pelo porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, no Moxico, Domingos Cajimoto, tendo afirmado que as chuvas causaram igualmente o desabamento de cinco escolas, seis igrejas e a destruição total do Hospital Municipal do Luau.

Apontou que os municípios do Luau, com mil 308 casas e instituições destruídas, seguido dos do Alto Zambeze e Moxico (sede), com 335 e 255, respectivamente, foram as regiões mais assoladas pelo fenómeno.

Por outro lado, o responsável disse que as chuvas aceleraram a progressão de 33, das 47, ravinas existentes na província, colocando em risco e em perigo mais de 700 famílias e infra-estruturas sociais.

Segundo o porta-voz, a sede da província tem 21 ravinas em progressão, seguida do Luau e do Luacano, com nove e três, respectivamente.

Durante a época chuvosa, a Comissão Provincial de Protecção Civil e Bombeiros prestou assistência a centenas de famílias vulneráveis, com a entrega de bens da cesta básica.