Comissão aborda Bienal de Luanda com diplomatas estrangeiros

  • Membros da bienal de Luanda
Luanda – O Comité Nacional de Gestão da Bienal de Luanda- Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz em África promoveu, esta sexta-feira, um encontro informativo com os representantes das missões diplomáticas acreditadas em Angola.

O encontro, orientado pelo Coordenador do Comité Nacional de Gestão da Bienal de Luanda, Sita José,  e pelo Coordenador Internacional, Enzo Vincenzo Fazzino, teve como objectivo a recolha de contribuições e iniciativas que vão conformar o leque de actividades da Bienal.

Segundo nota a que a ANGOP teve acesso, durante o encontro os representantes do Brasil, Portugal, Alemanha, Argentina, França garantiram que vão participar no certame, com a promoção de diversos eventos culturais, tais como Festival de Literatura de Rua, Exposições e eventos músico-culturais, entre outras actividades.

A segunda edição da Bienal de Luanda, a ter lugar entre de 4 a 8 de Outubro do corrente ano, terá como tema central “Artes, Cultura e Património: Alavancas para a Edificação da África que queremos” e a iniciativa “Silenciar as Armas, em 2030.”

A Bienal de Luanda é um evento continental que foi adoptado pela Assembleia da União Africana em 2015 e visa contribuir  para a concretização da Agenda 2030 das Nações Unidas e, em particular, dos objectivos de Desenvolvimento Sustentável 16 e 17 e das aspirações da Agenda 2063 da União Africana.

A primeira edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz em África, denominado Bienal de Luanda teve lugar  em Setembro de 2019, em Luanda.

Organizada conjuntamente pela UNESCO, União Africana e Governo de Angola, a Bienal de Luanda pretende reforçar o Movimento Pan-Africano para uma Cultura de Paz e de Não- Violência.

A Bienal representa um encontro privilegiado que reúne actores e parceiros envolvidos na prevenção da violência e dos conflitos, na construção da paz e dá voz às mulheres e aos jovens africanos.

Trata-se de uma plataforma que promove a diversidade cultural e a unidade africana, com a participação das diásporas em todo o mundo, e uma parceria multilateral entre governos, sociedade civil, a comunidade artística e científica, o sector privado e organizações internacionais.

O encontro, orientado pelo Coordenador do Comité Nacional de Gestão da Bienal de Luanda, Sita José,  e pelo Coordenador Internacional, Enzo Vincenzo Fazzino, teve como objectivo a recolha de contribuições e iniciativas que vão conformar o leque de actividades da Bienal.

Segundo nota a que a ANGOP teve acesso, durante o encontro os representantes do Brasil, Portugal, Alemanha, Argentina, França garantiram que vão participar no certame, com a promoção de diversos eventos culturais, tais como Festival de Literatura de Rua, Exposições e eventos músico-culturais, entre outras actividades.

A segunda edição da Bienal de Luanda, a ter lugar entre de 4 a 8 de Outubro do corrente ano, terá como tema central “Artes, Cultura e Património: Alavancas para a Edificação da África que queremos” e a iniciativa “Silenciar as Armas, em 2030.”

A Bienal de Luanda é um evento continental que foi adoptado pela Assembleia da União Africana em 2015 e visa contribuir  para a concretização da Agenda 2030 das Nações Unidas e, em particular, dos objectivos de Desenvolvimento Sustentável 16 e 17 e das aspirações da Agenda 2063 da União Africana.

A primeira edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz em África, denominado Bienal de Luanda teve lugar  em Setembro de 2019, em Luanda.

Organizada conjuntamente pela UNESCO, União Africana e Governo de Angola, a Bienal de Luanda pretende reforçar o Movimento Pan-Africano para uma Cultura de Paz e de Não- Violência.

A Bienal representa um encontro privilegiado que reúne actores e parceiros envolvidos na prevenção da violência e dos conflitos, na construção da paz e dá voz às mulheres e aos jovens africanos.

Trata-se de uma plataforma que promove a diversidade cultural e a unidade africana, com a participação das diásporas em todo o mundo, e uma parceria multilateral entre governos, sociedade civil, a comunidade artística e científica, o sector privado e organizações internacionais.