Comuna do Mutumbo carece de infra-estruturas

Chitembo – A comuna do Mutumbo, no município do Chitembo, província do Bíé, carece de infra-estruturas sociais, como unidades sanitárias e escolares, para atender as cercas de duas mil e 754 pessoas aí residentes.

Com uma extensão de 3.950 quilómetros quadrados, na localidade existe apenas um centro de saúde de trinta camas, mas apenas vinte se encontram operacional. As outras estão danificadas.

A unidade, que funciona apenas com três técnicos, atende diariamente perto de cinquenta pacientes, com problemas de malária, doenças diarreicas agudas e outras.

O centro possui uma ambulância, atribuída em 2014, altura da inauguração da referida instituição. A mesma encontra-se avariada há cinco anos.

De Janeiro à presente data, quinze cidadãos, com principal realce a crianças, morreram de malária na comuna, por falta de transporte para evacuação dos mesmos.

Outra grande preocupação prende-se com a degradação das vias de acesso.

Em função disso, os poucos taxistas que operam na via, na maioria carrinhas, cobram três mil kwanzas, do Cuito ao Mutumbo e vice-versa, num percurso de 125 quilómetros.

Já da sede municipal do Chitembo ao Mutumbo, a população tem de percorrer 175 quilómetros, passando pela via que liga à comuna do Soma Kwanza, chegando-se a fazer perto de oito horas, devido ao mau estado do troço.

Quanto ao sector da educação, a comuna necessita de sete professores para juntarem-se aos 29 existentes, que asseguram mil e 628 alunos da iniciação à 9ª classe, distribuídos em duas escolas de 4 salas de aula cada.

Trezentas e 64 crianças estão fora do sistema normal de ensino, por falta de escolas e professores.

Quanto ao abastecimento de água potável, na região tem um sistema com a capacidade de conservação de dez mil litros, que abastece a população por meio de chafarizes.

A comunidade, com 27 aldeias, oito bairros e duas embalas, está sem energia eléctrica há dois meses, pelo facto do único gerador, de 100 KVA, encontrar-se avariado.

Desde 2014 que o Mutumbo não recebe qualquer investimento público.

A localidade recebeu a visita, pela primeira vez, do governador da província do Bié, Pereira Alfredo, que constatou as reais dificuldades que a população enfrenta.

Apesar de a comuna não escrever nenhuma acção no Programa Integrado de Intervenção dos Municípios (PIIM), o governante assegurou para breve a requalificação, em terraplanagem, dos dois troços, quer a que liga a comuna com o Cuito, quer com a vila municipal.

Os habitantes, maioritariamente da cultura Nganguela, mostraram-se satisfeitos com a visita do governador, na esperança de concretizar todas as suas expectativas.

Com uma extensão de 3.950 quilómetros quadrados, na localidade existe apenas um centro de saúde de trinta camas, mas apenas vinte se encontram operacional. As outras estão danificadas.

A unidade, que funciona apenas com três técnicos, atende diariamente perto de cinquenta pacientes, com problemas de malária, doenças diarreicas agudas e outras.

O centro possui uma ambulância, atribuída em 2014, altura da inauguração da referida instituição. A mesma encontra-se avariada há cinco anos.

De Janeiro à presente data, quinze cidadãos, com principal realce a crianças, morreram de malária na comuna, por falta de transporte para evacuação dos mesmos.

Outra grande preocupação prende-se com a degradação das vias de acesso.

Em função disso, os poucos taxistas que operam na via, na maioria carrinhas, cobram três mil kwanzas, do Cuito ao Mutumbo e vice-versa, num percurso de 125 quilómetros.

Já da sede municipal do Chitembo ao Mutumbo, a população tem de percorrer 175 quilómetros, passando pela via que liga à comuna do Soma Kwanza, chegando-se a fazer perto de oito horas, devido ao mau estado do troço.

Quanto ao sector da educação, a comuna necessita de sete professores para juntarem-se aos 29 existentes, que asseguram mil e 628 alunos da iniciação à 9ª classe, distribuídos em duas escolas de 4 salas de aula cada.

Trezentas e 64 crianças estão fora do sistema normal de ensino, por falta de escolas e professores.

Quanto ao abastecimento de água potável, na região tem um sistema com a capacidade de conservação de dez mil litros, que abastece a população por meio de chafarizes.

A comunidade, com 27 aldeias, oito bairros e duas embalas, está sem energia eléctrica há dois meses, pelo facto do único gerador, de 100 KVA, encontrar-se avariado.

Desde 2014 que o Mutumbo não recebe qualquer investimento público.

A localidade recebeu a visita, pela primeira vez, do governador da província do Bié, Pereira Alfredo, que constatou as reais dificuldades que a população enfrenta.

Apesar de a comuna não escrever nenhuma acção no Programa Integrado de Intervenção dos Municípios (PIIM), o governante assegurou para breve a requalificação, em terraplanagem, dos dois troços, quer a que liga a comuna com o Cuito, quer com a vila municipal.

Os habitantes, maioritariamente da cultura Nganguela, mostraram-se satisfeitos com a visita do governador, na esperança de concretizar todas as suas expectativas.