Comunicação preventiva solução para redução de riscos

Luanda - O comandante Provincial dos Bombeiros, Comissário Bombeiro Joaquim Domingos António, considerou hoje, quinta-feira, em Luanda, a comunicação preventiva como solução eficaz para a prevenção e minimização de riscos de desastres.

Falando na abertura do primeiro seminário sobre "Comunicação de desastres aos jornalistas", acrescentou que o papel do jornalista é imperioso, afigurando-se como sublime na parceria que se quer constituir para a redução de tais riscos.

Disse que os órgãos de comunicação social precisam estar preparados para a divulgação de informação na gestão de desatres, entender como devem funcionar e trabalhar na transmissão das informações para minimizar os riscos e facilitar os trabalhos de resposta.

"O despreparo na comunicação das instituições, especialmente durante o desastre, costuma provocar problemas sérios, podendo ainda regar um impacto maior na população e, ao próprio desastres", reforçou.

Para o responsável, a  imprensa actua como um dos personagens principais na prevenção de ocorrência de desastres, ao repassar informação à população e amenizar o período difícil na vida das vítimas de uma tragédia, tendo um papel essencial para garantir a segurança e a integridade das pessoas durante e após um desastre.

Reconheceu que devem comunicar melhor nesse tipo de ocorrência e manter uma ligação muito próxima entre a fonte, a instituição e os demais interessados.

Para tal, estimular a geração de notícias por parte da imprensa, para percepção dos riscos de desastres é o maior desafio do Serviço Provincial de Proteção Cívil e Bombeiro.

 Criticou a dedicação de espaços à divulgação de tragedias do que a possibilidades de evitá-las ou ligar com elas por parte dos órgãos de comunicação social, responsabilizado os gabinetes de comunicação institucional para mudar essa realidade.

Destacou como principais actores para a redução de desastres os jornalistas e o SPCB, por terem um papel indispensável neste processo como elementos de sensibilização para diminuir danos humanos e materias em desatres.

O seminário visa munir os jornalistas de ferramentas indispensáveis paravfortalecer a sua participação na redução de riscos de desastres.

Pretende-se com o seminário incutir uma nova maneira de abordagem aos órgãos de comunicação focados na prevenção para acudir as comunidades afectadas.

A acção formativa surge em função do reparo  feito na abordagem apenas dos órgãos de comunicação social dos efeitos e não as suas consequências.

 

Falando na abertura do primeiro seminário sobre "Comunicação de desastres aos jornalistas", acrescentou que o papel do jornalista é imperioso, afigurando-se como sublime na parceria que se quer constituir para a redução de tais riscos.

Disse que os órgãos de comunicação social precisam estar preparados para a divulgação de informação na gestão de desatres, entender como devem funcionar e trabalhar na transmissão das informações para minimizar os riscos e facilitar os trabalhos de resposta.

"O despreparo na comunicação das instituições, especialmente durante o desastre, costuma provocar problemas sérios, podendo ainda regar um impacto maior na população e, ao próprio desastres", reforçou.

Para o responsável, a  imprensa actua como um dos personagens principais na prevenção de ocorrência de desastres, ao repassar informação à população e amenizar o período difícil na vida das vítimas de uma tragédia, tendo um papel essencial para garantir a segurança e a integridade das pessoas durante e após um desastre.

Reconheceu que devem comunicar melhor nesse tipo de ocorrência e manter uma ligação muito próxima entre a fonte, a instituição e os demais interessados.

Para tal, estimular a geração de notícias por parte da imprensa, para percepção dos riscos de desastres é o maior desafio do Serviço Provincial de Proteção Cívil e Bombeiro.

 Criticou a dedicação de espaços à divulgação de tragedias do que a possibilidades de evitá-las ou ligar com elas por parte dos órgãos de comunicação social, responsabilizado os gabinetes de comunicação institucional para mudar essa realidade.

Destacou como principais actores para a redução de desastres os jornalistas e o SPCB, por terem um papel indispensável neste processo como elementos de sensibilização para diminuir danos humanos e materias em desatres.

O seminário visa munir os jornalistas de ferramentas indispensáveis paravfortalecer a sua participação na redução de riscos de desastres.

Pretende-se com o seminário incutir uma nova maneira de abordagem aos órgãos de comunicação focados na prevenção para acudir as comunidades afectadas.

A acção formativa surge em função do reparo  feito na abordagem apenas dos órgãos de comunicação social dos efeitos e não as suas consequências.