Construção em zonas de risco preocupa Serviço de Protecção civil

Luanda - A construção de residências em zonas de risco, bem como o depósito de resíduos sólidos em valas de drenagem a nível do país, são consideradas como principais preocupações do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, informou hoje, quarta feira, o comandante adjunto desta instituição, Manuel Lutango.

O responsável manifestou esta inquietação, à margem da cerimonia de encerramento do ano de instrução 2020/2021, que decorreu na Escola Nacional deste órgão afecto ao Ministério do Interior, no município de Viana, em Luanda.

 

Precisou, contudo, que continuam a trabalhar de forma árdua na sensibilização da população, a abster-se desta prática em zonas de risco, para se evitar situações alarmantes durante o período chuvoso.

 

O comissário Bombeiro apontou ainda a seca e indunações que se registam em algumas regiões do país, como sendo outras  preocupações da sua instituição.

 

Quanto ao curso que teve a duração de seis meses, adiantou que vai aumentar a capacidade de resposta dos efectivos em acudir as populações em momentos de calamidades e na implementação de técnicas de resgates em vários ambientes.

 

Enquanto isso, o director da Escola Nacional, o comissário bombeiro Albino Simão, disse que foram formados 265 efectivos, dos quais elementos da força área nacional.

 

Avançou que os cursos administrados durante o período de formação, estão ligados às áreas de “Extinção para chefes de intervenção, Capacitação técnica para segurança institucional, Bombeiros sapadores e Preparação básica militar”.

 

Manifestou-se preocupado com a falta de um campo de obstáculos, piscina olímpica e salas de aulas com melhores condições de acomodação.

 

Garantiu que serão realizados, no ano de instrução 2021/2022, cursos de “Mergulho em águas profundas, Salvamento e Resgate integrado, Atendimento pré-hospitalar, Segurança institucional e Instrução militar”.  

O Comandante Nacional de Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, comissario bombeiro principal, Bensu Mateus, que presidiu a cerimonia de encerramento, elogiou o engajamento de  todos participantes durante o período de formação.

 

 

 

O responsável manifestou esta inquietação, à margem da cerimonia de encerramento do ano de instrução 2020/2021, que decorreu na Escola Nacional deste órgão afecto ao Ministério do Interior, no município de Viana, em Luanda.

 

Precisou, contudo, que continuam a trabalhar de forma árdua na sensibilização da população, a abster-se desta prática em zonas de risco, para se evitar situações alarmantes durante o período chuvoso.

 

O comissário Bombeiro apontou ainda a seca e indunações que se registam em algumas regiões do país, como sendo outras  preocupações da sua instituição.

 

Quanto ao curso que teve a duração de seis meses, adiantou que vai aumentar a capacidade de resposta dos efectivos em acudir as populações em momentos de calamidades e na implementação de técnicas de resgates em vários ambientes.

 

Enquanto isso, o director da Escola Nacional, o comissário bombeiro Albino Simão, disse que foram formados 265 efectivos, dos quais elementos da força área nacional.

 

Avançou que os cursos administrados durante o período de formação, estão ligados às áreas de “Extinção para chefes de intervenção, Capacitação técnica para segurança institucional, Bombeiros sapadores e Preparação básica militar”.

 

Manifestou-se preocupado com a falta de um campo de obstáculos, piscina olímpica e salas de aulas com melhores condições de acomodação.

 

Garantiu que serão realizados, no ano de instrução 2021/2022, cursos de “Mergulho em águas profundas, Salvamento e Resgate integrado, Atendimento pré-hospitalar, Segurança institucional e Instrução militar”.  

O Comandante Nacional de Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, comissario bombeiro principal, Bensu Mateus, que presidiu a cerimonia de encerramento, elogiou o engajamento de  todos participantes durante o período de formação.