Covid-19: Angolanos cumprem novo período de restrições

  • Um ângulo da cidade de Luanda, capital de Angola
Luanda – Os angolanos começam a cumprir, esta quarta-feira, 09, um novo período de restrições impostas pelo Governo no quadro da prevenção e combate à covid-19.

Entre as novas medidas, a vigorar durante um mês, consta a manutenção da força de trabalho a 50 por cento  nos serviços públicos e privados em Luanda, à excepção das instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão mantê-la a 100 por cento.

Nas demais províncias, a força de trabalho mantém-se, igualmente, em 75 por cento, nos serviços públicos e privados.

Em Luanda, as restrições incluem o encerramento dos restaurantes e similares,  aos fins-de-semana, e a proibição da saída e entrada sem autorização, à excepção de cidadãos em missão de serviço, devidamente credenciados, comerciantes com bens e serviços, transporte de doentes ou transladação de cadáveres.

Ainda em Luanda, as salas de cinema continuam encerradas.

Para impedir a importação de novas variantes da doença, o Governo mantém, igualmente, a proibição de entrada de cidadãos estrangeiros não-residentes, provenientes ou com passagem pelo Brasil e pela Índia.

Entre as novas medidas, a vigorar durante um mês, consta a manutenção da força de trabalho a 50 por cento  nos serviços públicos e privados em Luanda, à excepção das instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão mantê-la a 100 por cento.

Nas demais províncias, a força de trabalho mantém-se, igualmente, em 75 por cento, nos serviços públicos e privados.

Em Luanda, as restrições incluem o encerramento dos restaurantes e similares,  aos fins-de-semana, e a proibição da saída e entrada sem autorização, à excepção de cidadãos em missão de serviço, devidamente credenciados, comerciantes com bens e serviços, transporte de doentes ou transladação de cadáveres.

Ainda em Luanda, as salas de cinema continuam encerradas.

Para impedir a importação de novas variantes da doença, o Governo mantém, igualmente, a proibição de entrada de cidadãos estrangeiros não-residentes, provenientes ou com passagem pelo Brasil e pela Índia.