Covid-19: Banhistas desrespeitam medidas de biossegurança

Luanda - A abertura das praias desde o dia 15 de Setembro, mais de um ano depois do seu encerramento devido a Covid-19, levou centenas de pessoas para desfrutar do mar nos municípios de Luanda, Talatona, Cacuaco e Belas, desrespeitando as medidas preventivas.

As praias destes mumicipios, a sul e sudoeste de Luanda, receberam cidadãos, menores e adultos, que  tomaram banho sem manter o destanciamento, e fora da água verificou-se o abandono das mascaras faciais e do álcool em gel.

Nas praias de Luanda são notáveis as placas de sinalização de proibição de banho ou mergulho em alguns locais e de permissão em outros, mas sem a presença de  salva vidas.

A constatação foi feita pela ANGOP durante o fim de semana prolongado nas praias  da Ilha de Luanda,  dos generais, Rua 11, Pôr-do-sol, Kms, Buraco e Ramiros.

A ANGOP constatou também a existência de lixo em algumas praias, facto que parece não constituir incómodo para as pessoas que passam no local o seu tempo de diversão.

Na Ilha de Luanda, quase não existe lixo, e foram colocados sacos para o depósito dos residuos sólidos, local onde os banhistas também  não  respeitam as medidas de biossegurança.

Nas praias dos Generais e da Rua 11, no distrito do Futungo, por exemplo, logo à entrada o lixo é visível, no mesmo local  onde são  comercializadas as bebidas, refeições e lanches.

Já a praia do Pôr-do-sol, no distrito do Benfica é a mais conservada na zona sul, quase sem lixo e com poucos banhistas.

A praia dos kms, distrito do Morro dos Veados, verifica-se igualmente uma grande afluência de gente junto das  habitações construidas 
a poucos metros da àgua, mas também com  péssimo aspecto em consequência  da falta  de limpeza na área.

Na praia dos Ramiros, considerada a mais turística no município  de Belas, a situação não difere muito das outras, com bastante gente e sem respeitar as medidas de biossegurança.

A semelhança das outras praias, a do Ramiro também tem certa quantidade de lixo, que vai desde as latas de bebidas, restos de frutas e comida  na água  e alguns munícipes ainda  utilizam a  zona para aulas de condução.

A ANGOP constatou que na praia do Burraco, também nos Ramiros, existe alguma limpeza e com uma imagem melhor em relação as outras.

No Mussulo, as praias na zona da Jembas, Língua e Mococo, estão relativamente limpas e também com um número consideravel de gente.

Por sua vez, o porta-voz do comando provincial do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), intendente bombeiro Faustino Minguês, garantiu a presença de salva vidas nas praias autorizadas.

 Apelou aos banhistas para respeitarem as indicações dos técnicos de salvamento existentes e a nadarem em  paralelo a praia, não se afastando demasiado da beira e a respeitarem as medidas de biosseguranca.

Com mais de oito milhões de habitantes  a capital angolana conta com 54 praias, das quais 26 autorizadas nos mumicipios de Luanda, Belas, Talatona e Cacuaco.

As praias destes mumicipios, a sul e sudoeste de Luanda, receberam cidadãos, menores e adultos, que  tomaram banho sem manter o destanciamento, e fora da água verificou-se o abandono das mascaras faciais e do álcool em gel.

Nas praias de Luanda são notáveis as placas de sinalização de proibição de banho ou mergulho em alguns locais e de permissão em outros, mas sem a presença de  salva vidas.

A constatação foi feita pela ANGOP durante o fim de semana prolongado nas praias  da Ilha de Luanda,  dos generais, Rua 11, Pôr-do-sol, Kms, Buraco e Ramiros.

A ANGOP constatou também a existência de lixo em algumas praias, facto que parece não constituir incómodo para as pessoas que passam no local o seu tempo de diversão.

Na Ilha de Luanda, quase não existe lixo, e foram colocados sacos para o depósito dos residuos sólidos, local onde os banhistas também  não  respeitam as medidas de biossegurança.

Nas praias dos Generais e da Rua 11, no distrito do Futungo, por exemplo, logo à entrada o lixo é visível, no mesmo local  onde são  comercializadas as bebidas, refeições e lanches.

Já a praia do Pôr-do-sol, no distrito do Benfica é a mais conservada na zona sul, quase sem lixo e com poucos banhistas.

A praia dos kms, distrito do Morro dos Veados, verifica-se igualmente uma grande afluência de gente junto das  habitações construidas 
a poucos metros da àgua, mas também com  péssimo aspecto em consequência  da falta  de limpeza na área.

Na praia dos Ramiros, considerada a mais turística no município  de Belas, a situação não difere muito das outras, com bastante gente e sem respeitar as medidas de biossegurança.

A semelhança das outras praias, a do Ramiro também tem certa quantidade de lixo, que vai desde as latas de bebidas, restos de frutas e comida  na água  e alguns munícipes ainda  utilizam a  zona para aulas de condução.

A ANGOP constatou que na praia do Burraco, também nos Ramiros, existe alguma limpeza e com uma imagem melhor em relação as outras.

No Mussulo, as praias na zona da Jembas, Língua e Mococo, estão relativamente limpas e também com um número consideravel de gente.

Por sua vez, o porta-voz do comando provincial do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), intendente bombeiro Faustino Minguês, garantiu a presença de salva vidas nas praias autorizadas.

 Apelou aos banhistas para respeitarem as indicações dos técnicos de salvamento existentes e a nadarem em  paralelo a praia, não se afastando demasiado da beira e a respeitarem as medidas de biosseguranca.

Com mais de oito milhões de habitantes  a capital angolana conta com 54 praias, das quais 26 autorizadas nos mumicipios de Luanda, Belas, Talatona e Cacuaco.