Covid-19 causa constrangimentos ao Programa Kwenda

  • Faustina Alves, Ministra da  Acção Social Familia e Promoção
Luanda –A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, afirmou, nesta quinta-feira, que a Covid-19 provocou constrangimentos à dinâmica do Projecto de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda”.

A governante falava à imprensa após um encontro com o representante regional do Banco Mundial, Jean Carret, com quem abordou o estado actual do referido programa.

“A Covid-19 causou-nos grandes constrangimentos. Luanda está em cerca sanitária e a dinâmica não é mesma que a antiga, algo que estava fora do nosso calculo”, disse.

Segundo Faustina Alves, para se ultrapassar esse obstáculo,  as equipas criadas, de acordo com as regiões, estão a desenvolver uma mútua ajuda nas zonas em que à Covid -19 não é alarmante.

Por outro lado, disse que o Programa Kwenda não se alargou por todos os municípios, porque o país ainda carece de algumas estruturas bancárias.

Para colmatar tal dificuldade, destacou que o programa começou a fazer, há um mês, o pagamento por telefone.

Para além dos obstáculos destacados, a ministra apontou ainda as dificuldade de acesso aos testes de Covid-19 para facilitar a circulação das equipas e a precaridade das vias de acesso intra-municipais.

O programa de transferências, no valor de 420 milhões de dólares, pretende beneficiar, em quatro fases, até um milhão e 608 mil famílias em situação de vulnerabilidade.

Será implementado nas 18 províncias do país durante três anos.

Por via deste programa, o Executivo disponibiliza uma renda de 25 mil e 500 Kz, trimestralmente, na ordem de 8.500 kz por famílias em situação de vulnerabilidade/mês, bem como a sua inclusão em actividades geradoras de rendimento.

Do valor disponibilizado para a concretização do programa, USD 320 milhões foram disponibilizados pelo Banco Mundial e USD 100 milhões  pelo Governo de Angola.

A governante falava à imprensa após um encontro com o representante regional do Banco Mundial, Jean Carret, com quem abordou o estado actual do referido programa.

“A Covid-19 causou-nos grandes constrangimentos. Luanda está em cerca sanitária e a dinâmica não é mesma que a antiga, algo que estava fora do nosso calculo”, disse.

Segundo Faustina Alves, para se ultrapassar esse obstáculo,  as equipas criadas, de acordo com as regiões, estão a desenvolver uma mútua ajuda nas zonas em que à Covid -19 não é alarmante.

Por outro lado, disse que o Programa Kwenda não se alargou por todos os municípios, porque o país ainda carece de algumas estruturas bancárias.

Para colmatar tal dificuldade, destacou que o programa começou a fazer, há um mês, o pagamento por telefone.

Para além dos obstáculos destacados, a ministra apontou ainda as dificuldade de acesso aos testes de Covid-19 para facilitar a circulação das equipas e a precaridade das vias de acesso intra-municipais.

O programa de transferências, no valor de 420 milhões de dólares, pretende beneficiar, em quatro fases, até um milhão e 608 mil famílias em situação de vulnerabilidade.

Será implementado nas 18 províncias do país durante três anos.

Por via deste programa, o Executivo disponibiliza uma renda de 25 mil e 500 Kz, trimestralmente, na ordem de 8.500 kz por famílias em situação de vulnerabilidade/mês, bem como a sua inclusão em actividades geradoras de rendimento.

Do valor disponibilizado para a concretização do programa, USD 320 milhões foram disponibilizados pelo Banco Mundial e USD 100 milhões  pelo Governo de Angola.