Covid-19: Luandenses desobedecem medidas de biossegurança

  • Aglomeração de cidadãos nas agências bancárias
Luanda – Aglomerados populacionais, uso incorrecto ou sem máscaras faciais é o cenário registado em diversos pontos da cidade Luanda, 24 horas depois da entrada em vigor do novo pacote de medidas restritivas impostas pelo Executivo para a prevenção e combate contra a Covid-19.

Pelos bairros e várias artérias da capital do país a reportagem da ANGOP constatou o desrespeito das medidas em vigor para fazer face ao crescente aumento de casos positivos da Covid-19 e numa altura em que Luanda já regista a circulação comunitária das variantes sul-africana e inglesa.

O cenário é caracterizado por paragens de táxis e de autocarros cheias, sem o mínimo distanciamento, alguns estabelecimentos comerciais sem medidor de temperatura, álcool em gel ou recipiente para lavagem e higienização das mãos e cidadãos sem a mínima preocupação pelas regras de biossegurança.

O mesmo filme é registado nos transportes colectivos urbanos, táxis e viaturas particulares, que continuam com a lotação máxima.

Sem meio próprio, sendo obrigado a usar os transportes colectivos urbanos para as delocações de ida e volta de casa para o  serviço e vice-versa, o funcionário público João Bengui afirma que enquanto não houver maior disponibilidade de meios de transportes nas vias o cenário, em termos de aglomerados nas paragens, muito dificilmente mudará.

Em relação uso da máscara facial considera ser uma responsabilidade de cada um, sendo apenas necessário que os cidadãos tenham consciência do perigo da Covid-19 na vida familiar.

Já Marta Jorge diz não compreender a razão das enchentes nas paragens tendo em conta a redução da força de trabalho para 50%, bem como a insistência de alguns cidadãos ao uso incorrecto ou não da máscara facial.

A cidadã apela para o reforço da sensibilização e intervenção da polícia para se acabar com o sentimento de impunidade de algumas pessoas que se acham acima da Lei.

A propósito, a psicóloga Domingas Francisco apontou a necessidade de os cidadãos ganharem consciência de que a Covid-19 existe e exige de todos o comprometimento no que ao seguimento das regras estabelecidas diz respeito.

A especialista aconselha o Executivo a reforçar o trabalho de sensibilização nos órgãos de comunicação sociais para mostrar o real perigo da Covid-19, com palestras, teatro, séries, debates.

Angola observa, a partir desta segunda-feira, 10, um novo período restritivo no quadro das acções do Executivo de prevenção e combate à Covid-19.

Dentre as novas medidas incluídas no Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, a vigorarem até 8 de Junho, consta a redução da força de trabalho de 75 por cento para 50 nos serviços públicos e privados em Luanda, à excepção das instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão mantê-la a 100 por cento.

As restrições incluem o encerramento dos restaurantes e similares, em Luanda, aos fins-de-semana, e a proibição da saída e entrada de Luanda sem autorização, à excepção de cidadãos em missão de serviço, devidamente credenciados, comerciantes com bens e serviços, transporte de doentes ou transladação de cadáveres.

Para impedir a importação de novas variantes da doença, o Governo determinou, também, a proibição de entrada de cidadãos estrangeiros não-residentes, provenientes ou com passagem pelo Brasil e pela Índia.

Durante a vigência das novas medidas, com o fim previsto para 8 de Junho, as salas de cinema, em Luanda, voltam a ser fechadas.

Pelos bairros e várias artérias da capital do país a reportagem da ANGOP constatou o desrespeito das medidas em vigor para fazer face ao crescente aumento de casos positivos da Covid-19 e numa altura em que Luanda já regista a circulação comunitária das variantes sul-africana e inglesa.

O cenário é caracterizado por paragens de táxis e de autocarros cheias, sem o mínimo distanciamento, alguns estabelecimentos comerciais sem medidor de temperatura, álcool em gel ou recipiente para lavagem e higienização das mãos e cidadãos sem a mínima preocupação pelas regras de biossegurança.

O mesmo filme é registado nos transportes colectivos urbanos, táxis e viaturas particulares, que continuam com a lotação máxima.

Sem meio próprio, sendo obrigado a usar os transportes colectivos urbanos para as delocações de ida e volta de casa para o  serviço e vice-versa, o funcionário público João Bengui afirma que enquanto não houver maior disponibilidade de meios de transportes nas vias o cenário, em termos de aglomerados nas paragens, muito dificilmente mudará.

Em relação uso da máscara facial considera ser uma responsabilidade de cada um, sendo apenas necessário que os cidadãos tenham consciência do perigo da Covid-19 na vida familiar.

Já Marta Jorge diz não compreender a razão das enchentes nas paragens tendo em conta a redução da força de trabalho para 50%, bem como a insistência de alguns cidadãos ao uso incorrecto ou não da máscara facial.

A cidadã apela para o reforço da sensibilização e intervenção da polícia para se acabar com o sentimento de impunidade de algumas pessoas que se acham acima da Lei.

A propósito, a psicóloga Domingas Francisco apontou a necessidade de os cidadãos ganharem consciência de que a Covid-19 existe e exige de todos o comprometimento no que ao seguimento das regras estabelecidas diz respeito.

A especialista aconselha o Executivo a reforçar o trabalho de sensibilização nos órgãos de comunicação sociais para mostrar o real perigo da Covid-19, com palestras, teatro, séries, debates.

Angola observa, a partir desta segunda-feira, 10, um novo período restritivo no quadro das acções do Executivo de prevenção e combate à Covid-19.

Dentre as novas medidas incluídas no Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, a vigorarem até 8 de Junho, consta a redução da força de trabalho de 75 por cento para 50 nos serviços públicos e privados em Luanda, à excepção das instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão mantê-la a 100 por cento.

As restrições incluem o encerramento dos restaurantes e similares, em Luanda, aos fins-de-semana, e a proibição da saída e entrada de Luanda sem autorização, à excepção de cidadãos em missão de serviço, devidamente credenciados, comerciantes com bens e serviços, transporte de doentes ou transladação de cadáveres.

Para impedir a importação de novas variantes da doença, o Governo determinou, também, a proibição de entrada de cidadãos estrangeiros não-residentes, provenientes ou com passagem pelo Brasil e pela Índia.

Durante a vigência das novas medidas, com o fim previsto para 8 de Junho, as salas de cinema, em Luanda, voltam a ser fechadas.