Covid-19: Zaire solicita testagem em massa

Mbanza Kongo – À semelhança do que está a acontecer em algumas províncias do país, a população do Zaire, norte de Angola, também mostrou-se, esta terça-feira, favorável a uma testagem em massa na região, de modo a se aferir o grau de prevalência da covid-19.

Abordados pela ANGOP, alguns munícipes de Mbanza Kongo foram unânimes de que esta província, por apresentar dados volumosos de casos positivos da pandemia, deveria ser uma das beneficiárias desta testagem em massa, para se saber se há circulação comunitária.

Esta solicitação, segundo os entrevistados, surge na sequência do pronunciamento do porta-voz da comissão provincial multissectorial para o combate à pandemia, João Paulo, segundo o qual a região regista mortes extra-hospitalares da covid-19 fora do controlo das autoridades.

O estudante Kadivilako Vanza considera preocupante a afirmação do porta-voz da Comissão Provincial Multissectorial, daí considerar urgente que as autoridades competentes estendam esta testagem ao Zaire, antes que a situação desemboque num estado de descontrolo.

Queixou-se ainda da falta de informação sobre a evolução epidemiológica da Covid-19 na província, sublinhado ser fundamental a actualização periódica da situação pandémica, por entender que ajudará a população a se precaver melhor.

O interlocutor disse estar a registar-se muitas mortes súbitas nas comunidades locais e que suscitam sérias dúvidas sobre as causas.

Anastácia Biluka, também estudante, corrobora com a ideia da realização de testes em massa da Covid-19, pedindo para o Ministério da Saúde prestar maior atenção a esta região, que tem notificado elevado número de casos positivos.

O professor Francisco António sugeriu que fossem testados os alunos e professores locais, visto que algumas crianças se apresentam às aulas com algum estado febril que levanta algumas suspeitas. 

Na sua opinião, os vendedores de mercados, taxistas, agentes da Polícia Nacional e profissionais da saúde devem estar incluídos numa possível testagem em massa nesta parcela do país.

“Falou-se, a pouco mais de dois ou três meses, da conclusão em breve de um hospital de campanha que iria acolher pessoas infectadas com a covid-19, mas até a presente data nada foi feito”, justificou a também estudante Isabel Virgínia.

Abordados pela ANGOP, alguns munícipes de Mbanza Kongo foram unânimes de que esta província, por apresentar dados volumosos de casos positivos da pandemia, deveria ser uma das beneficiárias desta testagem em massa, para se saber se há circulação comunitária.

Esta solicitação, segundo os entrevistados, surge na sequência do pronunciamento do porta-voz da comissão provincial multissectorial para o combate à pandemia, João Paulo, segundo o qual a região regista mortes extra-hospitalares da covid-19 fora do controlo das autoridades.

O estudante Kadivilako Vanza considera preocupante a afirmação do porta-voz da Comissão Provincial Multissectorial, daí considerar urgente que as autoridades competentes estendam esta testagem ao Zaire, antes que a situação desemboque num estado de descontrolo.

Queixou-se ainda da falta de informação sobre a evolução epidemiológica da Covid-19 na província, sublinhado ser fundamental a actualização periódica da situação pandémica, por entender que ajudará a população a se precaver melhor.

O interlocutor disse estar a registar-se muitas mortes súbitas nas comunidades locais e que suscitam sérias dúvidas sobre as causas.

Anastácia Biluka, também estudante, corrobora com a ideia da realização de testes em massa da Covid-19, pedindo para o Ministério da Saúde prestar maior atenção a esta região, que tem notificado elevado número de casos positivos.

O professor Francisco António sugeriu que fossem testados os alunos e professores locais, visto que algumas crianças se apresentam às aulas com algum estado febril que levanta algumas suspeitas. 

Na sua opinião, os vendedores de mercados, taxistas, agentes da Polícia Nacional e profissionais da saúde devem estar incluídos numa possível testagem em massa nesta parcela do país.

“Falou-se, a pouco mais de dois ou três meses, da conclusão em breve de um hospital de campanha que iria acolher pessoas infectadas com a covid-19, mas até a presente data nada foi feito”, justificou a também estudante Isabel Virgínia.