Cozinhas comunitárias assistem mais de dois mil idosos vulneráveis

  • Idosos vulneráveis recebem ajuda na Huíla
Lubango - Dois mil e 200 idosos vulneráveis do Lubango, capital da Huíla, estão a receber apoio alimentar da administração municipal do Lubango, através de cinco cozinhas comunitárias, para evitar exposição à contaminação pela Covid-19.

Trata-se de idosos oriundos de vários pontos da cidade, sobretudo da periferia, previamente cadastrados pelas administrações de bairros e que mensalmente recebem também uma cesta básica das autoridades do município.

A informação foi prestada hoje, segunda-feira, pela administradora municipal adjunta para área Social e Comunidades, Helga Chaves, informando que os mais velhos fazem refeições três por semana nas cozinhas dos bairros Comercial, Ferrovia, Mitcha, Nambambe e Kwawa.

A alimentação distribuída a essas pessoas, disse, é proveniente de algumas doações de parceiros, bem como de esforços da própria administração.

Cada cozinha, segundo ela, tem um dia estipulado para atender o grupo e nos mesmos dias são prestados serviços de saúde com equipas de enfermeiros preparados para o cuidado preventivo de saúde, incluindo fisioterapia.

Conforme a administradora-adjunta, os idosos que vivem sozinhos e sem acompanhamento familiar, a administração os encaminha ao lar da terceira idade, localizado no bairro do Tchioco, onde têm um acompanhamento completo.

Por seu turno, o chefe de departamento da Acção Social Família e Igualdade de Género da Huíla, Elias Lucas, apontou a pobreza extrema e a exclusão familiar como factores que contribuem para que os idosos estejam a pedir esmolas nas ruas.

 

Trata-se de idosos oriundos de vários pontos da cidade, sobretudo da periferia, previamente cadastrados pelas administrações de bairros e que mensalmente recebem também uma cesta básica das autoridades do município.

A informação foi prestada hoje, segunda-feira, pela administradora municipal adjunta para área Social e Comunidades, Helga Chaves, informando que os mais velhos fazem refeições três por semana nas cozinhas dos bairros Comercial, Ferrovia, Mitcha, Nambambe e Kwawa.

A alimentação distribuída a essas pessoas, disse, é proveniente de algumas doações de parceiros, bem como de esforços da própria administração.

Cada cozinha, segundo ela, tem um dia estipulado para atender o grupo e nos mesmos dias são prestados serviços de saúde com equipas de enfermeiros preparados para o cuidado preventivo de saúde, incluindo fisioterapia.

Conforme a administradora-adjunta, os idosos que vivem sozinhos e sem acompanhamento familiar, a administração os encaminha ao lar da terceira idade, localizado no bairro do Tchioco, onde têm um acompanhamento completo.

Por seu turno, o chefe de departamento da Acção Social Família e Igualdade de Género da Huíla, Elias Lucas, apontou a pobreza extrema e a exclusão familiar como factores que contribuem para que os idosos estejam a pedir esmolas nas ruas.