Crescimento populacional exige racionalidade

  • População numa praça
Luanda - O número da população mundial cresce e deverá atingir os 11 mil milhões até ao final do século, uma realidade que mostra que a produção de bens para as pessoas, tanto essências como supérfluos, também será aumentada.

O aumento populacional exige uma racionalização dos recursos disponíveis sob pena de, em pouco tempo, o superpovoamento criar desequilíbrios nos ecossistemas da terra e ameaçar a continuidade de qualquer espécie de vida, tendo em conta a simbiose.

No domingo, 11 de Julho, assinala-se o Dia Mundial da População, criado para alertar sobre a necessidade do planeamento e o desenvolvimento populacional, dentro do equilíbrio e preservação do meio ambiente.

A questão é que as sociedades, cada vez mais, tendem a melhorar a qualidade de vida das suas populações, nomeadamente vestuário, alimentação e habitação, explorando os recursos limitados sem compensação.

Aliás, um dos objectivos da Organização das Nações Unidas criar esta efeméride é que se enfatize a importância do planeamento familiar para o bem-estar das famílias, comunidades e nações e ressalta a necessidade de maior integração desses serviços aos planos nacionais de desenvolvimento

Por exemplo, o “processo de urbanização teve como consequência a poluição dos recursos hídricos, da biodiversidade, do ar e do funcionamento dos ecossistemas, de acordo com o site Jovens Repórteres para o Ambiente.

Os recursos hídricos, tais como os rios e as linhas costeiras, são as principais características procuradas na construção e expansão. As fontes aquáticas são alteradas para responder às necessidades das cidades, o que representa um custo para estes ecossistemas”.

Os países menos desenvolvidos e pouco populosos poderão achar que se encontrem à margem desses problemas, mas o facto de pretenderem atingir o desenvolvimento, os coloca como eventuais agressores do meio ambiente, caso o persigam (desenvolvimento) sem sustentabilidade.

Os países precisam acabar com a fome, e esse exercício pode criar problemas se não for feito, como já se disse, com racionalidade, uma vez que os recursos são limitados.

Segundo ainda o Jovens Repórteres, a “sobrepopulação é também uma questão crítica, na medida em que um número crescente de pessoas requer mais alimentos e espaço, e os recursos são limitados. Para satisfazer as crescentes exigências, o homem é forçado a explorar os recursos ao ponto de estes não se conseguirem repor à escala humana”.

“O aumento da procura por alimentos leva ao aumento da agricultura e pecuária, consequentemente, a terra é desmatada e cultivada, o que leva a erosão do solo. Como os agricultores tentam maximizar os seus rendimentos, o solo pode ser usado em excesso, levando à exaustão e perda da sua fertilidade” – defende o site.

Aponta-se ainda a questão de que à medida que o número de cabeças de gado aumenta para satisfazer a procura crescente, o solo pode tornar-se estéril, o que levaria à desertificação, se a região for relativamente árida ou semi-árida.

Aparentemente, a tese parece estar contra o aumento da população, regional e subsequentemente mundial, mas não é o caso, pois o interesse é mostrar a importância do uso equilibrado dos recursos disponíveis para que se proteja a vida das pessoas, dos outros animais e a longevidade sadia da terra.

Por exemplo, a quantidade de poluição libertada para a atmosfera pelas fábricas, casas e automóveis é muito maior do que o ambiente pode suportar.

Há inúmeros exemplos de como o alcance de objectivos sem sustentabilidade se transforma num desastre.

                                        Outros Problemas da População Mundial

A população mundial cresce a cada dia, ao mesmo tempo que se agudizam as desigualdades entre as regiões, os países e dentro deles.

Por estarem relacionados com as tendências demográficas, como o crescimento populacional, o envelhecimento, a migração e a urbanização, os desafios estabelecidos em protocolos e convenções internacionais encontram fortes obstáculos para a sua materialização.

Enquanto documentos importantes para o desenvolvimento sustentável chamam atenção para a sua vulnerabilidade às alterações climáticas, estimativas como a que, até 2050, 68 por cento da população mundial viva em áreas urbanas suscitam alegria a certas elites, mais interessadas em cavar o fosso que separa os ricos dos pobres.

O lucro e a falta de escrúpulos resulta que em certos países existam comunidades que são exploradas pelas elites.

                                                             Efeméride

Foi a 11 de Julho de 1987 que o contador mundial de população chegou aos cinco biliões de pessoas, inspirando o Conselho de Governadores do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas criar este dia, em 1989, e a comemorar anualmente esta efeméride.

O objectivo do Dia Mundial da População é alertar para o planeamento e o desenvolvimento populacional e encontrar soluções para tais questões, quando muita gente não tem acesso a cuidados de saúde, por exemplo.

Mais de 140 países em todo o mundo comemoram esta data, que enfatiza a importância do planeamento familiar para o bem-estar das famílias, comunidades e nações e ressalta a necessidade de maior integração desses serviços aos planos nacionais de desenvolvimento.

Outro problema sério é a escassez dos alimentos. A sua distribuição é desequilibrada, com abundância nos países desenvolvidos e carência nos países subdesenvolvidos.

A poluição, as epidemias e o uso de contraceptivos são outros temas relacionados com a população mundial abordados pela ONU nesta data

                                                          Distribuição da População

A maior parte da população encontra-se na Ásia, com a China e a Índia no topo dos países mais populosos do mundo.

Estima-se que a evolução da população mundial registe um aumento anual de 75 milhões de pessoas.

A população global chegou a 7,8 bilhões, em Julho de 2020. Em 2100, segundo previsão das Nações Unidas, o número de pessoas no mundo chegará até 11,2 bilhões.

Prevê-se também que, antes, em 2050, o número de pessoas com 50 anos chegue aos dois biliões em todo mundo, em comparação com os 600 milhões no início do século XXI, Com isso, a idade média da população mundial, hoje de 26 anos, subirá para 37 anos, em 2050.

 

O aumento populacional exige uma racionalização dos recursos disponíveis sob pena de, em pouco tempo, o superpovoamento criar desequilíbrios nos ecossistemas da terra e ameaçar a continuidade de qualquer espécie de vida, tendo em conta a simbiose.

No domingo, 11 de Julho, assinala-se o Dia Mundial da População, criado para alertar sobre a necessidade do planeamento e o desenvolvimento populacional, dentro do equilíbrio e preservação do meio ambiente.

A questão é que as sociedades, cada vez mais, tendem a melhorar a qualidade de vida das suas populações, nomeadamente vestuário, alimentação e habitação, explorando os recursos limitados sem compensação.

Aliás, um dos objectivos da Organização das Nações Unidas criar esta efeméride é que se enfatize a importância do planeamento familiar para o bem-estar das famílias, comunidades e nações e ressalta a necessidade de maior integração desses serviços aos planos nacionais de desenvolvimento

Por exemplo, o “processo de urbanização teve como consequência a poluição dos recursos hídricos, da biodiversidade, do ar e do funcionamento dos ecossistemas, de acordo com o site Jovens Repórteres para o Ambiente.

Os recursos hídricos, tais como os rios e as linhas costeiras, são as principais características procuradas na construção e expansão. As fontes aquáticas são alteradas para responder às necessidades das cidades, o que representa um custo para estes ecossistemas”.

Os países menos desenvolvidos e pouco populosos poderão achar que se encontrem à margem desses problemas, mas o facto de pretenderem atingir o desenvolvimento, os coloca como eventuais agressores do meio ambiente, caso o persigam (desenvolvimento) sem sustentabilidade.

Os países precisam acabar com a fome, e esse exercício pode criar problemas se não for feito, como já se disse, com racionalidade, uma vez que os recursos são limitados.

Segundo ainda o Jovens Repórteres, a “sobrepopulação é também uma questão crítica, na medida em que um número crescente de pessoas requer mais alimentos e espaço, e os recursos são limitados. Para satisfazer as crescentes exigências, o homem é forçado a explorar os recursos ao ponto de estes não se conseguirem repor à escala humana”.

“O aumento da procura por alimentos leva ao aumento da agricultura e pecuária, consequentemente, a terra é desmatada e cultivada, o que leva a erosão do solo. Como os agricultores tentam maximizar os seus rendimentos, o solo pode ser usado em excesso, levando à exaustão e perda da sua fertilidade” – defende o site.

Aponta-se ainda a questão de que à medida que o número de cabeças de gado aumenta para satisfazer a procura crescente, o solo pode tornar-se estéril, o que levaria à desertificação, se a região for relativamente árida ou semi-árida.

Aparentemente, a tese parece estar contra o aumento da população, regional e subsequentemente mundial, mas não é o caso, pois o interesse é mostrar a importância do uso equilibrado dos recursos disponíveis para que se proteja a vida das pessoas, dos outros animais e a longevidade sadia da terra.

Por exemplo, a quantidade de poluição libertada para a atmosfera pelas fábricas, casas e automóveis é muito maior do que o ambiente pode suportar.

Há inúmeros exemplos de como o alcance de objectivos sem sustentabilidade se transforma num desastre.

                                        Outros Problemas da População Mundial

A população mundial cresce a cada dia, ao mesmo tempo que se agudizam as desigualdades entre as regiões, os países e dentro deles.

Por estarem relacionados com as tendências demográficas, como o crescimento populacional, o envelhecimento, a migração e a urbanização, os desafios estabelecidos em protocolos e convenções internacionais encontram fortes obstáculos para a sua materialização.

Enquanto documentos importantes para o desenvolvimento sustentável chamam atenção para a sua vulnerabilidade às alterações climáticas, estimativas como a que, até 2050, 68 por cento da população mundial viva em áreas urbanas suscitam alegria a certas elites, mais interessadas em cavar o fosso que separa os ricos dos pobres.

O lucro e a falta de escrúpulos resulta que em certos países existam comunidades que são exploradas pelas elites.

                                                             Efeméride

Foi a 11 de Julho de 1987 que o contador mundial de população chegou aos cinco biliões de pessoas, inspirando o Conselho de Governadores do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas criar este dia, em 1989, e a comemorar anualmente esta efeméride.

O objectivo do Dia Mundial da População é alertar para o planeamento e o desenvolvimento populacional e encontrar soluções para tais questões, quando muita gente não tem acesso a cuidados de saúde, por exemplo.

Mais de 140 países em todo o mundo comemoram esta data, que enfatiza a importância do planeamento familiar para o bem-estar das famílias, comunidades e nações e ressalta a necessidade de maior integração desses serviços aos planos nacionais de desenvolvimento.

Outro problema sério é a escassez dos alimentos. A sua distribuição é desequilibrada, com abundância nos países desenvolvidos e carência nos países subdesenvolvidos.

A poluição, as epidemias e o uso de contraceptivos são outros temas relacionados com a população mundial abordados pela ONU nesta data

                                                          Distribuição da População

A maior parte da população encontra-se na Ásia, com a China e a Índia no topo dos países mais populosos do mundo.

Estima-se que a evolução da população mundial registe um aumento anual de 75 milhões de pessoas.

A população global chegou a 7,8 bilhões, em Julho de 2020. Em 2100, segundo previsão das Nações Unidas, o número de pessoas no mundo chegará até 11,2 bilhões.

Prevê-se também que, antes, em 2050, o número de pessoas com 50 anos chegue aos dois biliões em todo mundo, em comparação com os 600 milhões no início do século XXI, Com isso, a idade média da população mundial, hoje de 26 anos, subirá para 37 anos, em 2050.